<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214</id><updated>2012-02-12T11:36:34.525-02:00</updated><category term='essas mulheres'/><category term='sociedade'/><category term='coisas da vida'/><category term='poema e poesia'/><category term='objetivos'/><category term='política'/><category term='religião'/><category term='liberdade de expressão'/><category term='poder da mídia'/><category term='comunicação'/><category term='livre-arbítrio'/><category term='redes sociais'/><category term='revolução'/><category term='igualdade'/><category term='meio ambiente'/><category term='tecnologia'/><category term='educação'/><category term='vídeos'/><title type='text'>Trilha escura</title><subtitle type='html'>Reflexões que iluminam o caminho</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>34</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-7791973648450978584</id><published>2012-02-12T10:13:00.000-02:00</published><updated>2012-02-12T11:36:34.529-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='revolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sociedade'/><title type='text'>A revolução da participação</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-DPowk_3A1g4/Tzc1Q5jIMeI/AAAAAAAAAQw/hqTPClgXGXA/s1600/Post+33a.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="148" src="http://3.bp.blogspot.com/-DPowk_3A1g4/Tzc1Q5jIMeI/AAAAAAAAAQw/hqTPClgXGXA/s200/Post+33a.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;O vai-e-vem de denúncias de corrupção no primeiro escalão do governofederal, os inquéritos abertos contra pessoas que, na teoria, deveriamrepresentar a população e a má administração daqueles que são eleitos nas urnasbrasileiras a cada dois anos trazem a todos nós, em primeiro lugar, umsentimento de vergonha, seguido por uma revolta contra o atual sistema políticobrasileiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Críticas não faltam. Praticamente ninguém escapa. Porém, diante dainsatisfação histórica contra o poder público, tenho receio das posições radicaise dos discursos revolucionários que ouço na rua. Explico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Toda forma de radicalismo leva a atitudes extremas. A insatisfaçãocontra os históricos governos ditatoriais das nações do Oriente culminou na chamadaPrimavera Árabe. Entretanto, considero imprópria a ideia de transferir essamesma realidade para o caso brasileiro, não só por se tratarem de situações diferentes,mas também pelo fato de serem formas de governo e populações absolutamente distintas.Mesmo considerando a democracia como um recurso ideológico, ainda assim acreditoque estamos numa situação comparativamente bem melhor do ponto de vista político-econômico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-C44lLEyCzlQ/Tzc1Sll374I/AAAAAAAAAQ4/P7sBy97_Vew/s1600/Post+33b.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-C44lLEyCzlQ/Tzc1Sll374I/AAAAAAAAAQ4/P7sBy97_Vew/s1600/Post+33b.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;A queda de regimes opressores com as características observadas empaíses como Egito e Líbia, por exemplo, envolve um contexto histórico e culturalnão vivenciado por nós. Sem falar na problemática geopolítica envolvida nessescasos, com a influência dos EUA e de organismos como a OTAN e a ONU, além daconsequente disputa pelo poder entre os diversos grupos e atores sociais geradosapós uma revolta desse porte. Não há economia que aguente tantos distúrbios einterferências. Consertar isso vai envolver tempo, diplomacia e dinheiro, muitodinheiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;O discurso do tipo “vamos desmontar tudo e começar de novo” também mesoa anacrônico para a realidade tupiniquim. Os militares, em 1964, diziam omesmo e ainda justificaram o golpe contra um presidente eleito pelo povodizendo que estariam protegendo interesses nacionais contra a ameaça comunistada época, ou seja, contra os que queriam fazer mal ao país. A ditadura se valeuda intenção de fazer o bem a despeito dos métodos empregados para isso, porque,afinal, a nação precisava ser salva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Não apenas por esses fatos, julgo que o Brasil precisa não de umarevolução envolvendo a derrocada da democracia como a conhecemos, pois isso seriasimplesmente substituir um sistema por outro usando para isso armas ou justificativassalvacionistas de inspiração ditatorial. Tenho comigo que o caminho mais viávelno longo prazo está no ato de encarar as prioridades e dar espaço para a participaçãopopular.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Ser representado por uma democracia que serve aos interesses do capitalnão tem o menor sentido se não exigirmos uma pauta única para o país, queenvolva questões sociais, ambientais e estruturantes. Os bons ventos dasreformas tributária, previdenciária, política e agrária não devem serprioridades de um ou outro candidato na propaganda eleitoral, mas precisam comporuma agenda nacional, seguida à risca por quem quer que esteja no poder: direitaou esquerda. Vamos atacar logo essas grandes questões, uma por uma, nasinstâncias que se fizerem necessárias e com a participação de liderançascomunitárias do país inteiro. Chega de discutir projetos secundários.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-WwIxSscQW-4/Tzc1UQ5__fI/AAAAAAAAARA/oNlhUAaYI6k/s1600/Post+33c.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-WwIxSscQW-4/Tzc1UQ5__fI/AAAAAAAAARA/oNlhUAaYI6k/s200/Post+33c.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;As grandes reformas exigem tempo e debates regionalizados por quem vaiser realmente afetado por elas, isto é, os eleitores. Não será um novo Messias,uma reviravolta no sistema ou um discurso a favor de um &lt;i&gt;restart&lt;/i&gt; de âmbito nacional que salvará o país da corrupção. Por isso,é preciso pavimentar um caminho único a ser seguido pelos que ocuparem ascadeiras em Brasília, acima dos interesses partidários e egos individuais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Todos nós esperamos ver menos burocracia nos processos e menor orçamentopara a máquina estatal. Ao mesmo tempo, todos nós esperamos ver também uma dosemaior de participação de gente comum nas decisões importantes, o protagonismopopular tomando parte nos rumos do país, mais foco nos problemas centrais e maisverba aplicada no bem-estar da população de baixa renda, na qualidade da educaçãopública, nos avanços na área da saúde e na proteção das reservas naturais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Em vez de discutirmos destruição e corrupção, o que acha de pensarmos em prioridades e participação popular?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-7791973648450978584?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/7791973648450978584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2012/02/revolucao-da-participacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/7791973648450978584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/7791973648450978584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2012/02/revolucao-da-participacao.html' title='A revolução da participação'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-DPowk_3A1g4/Tzc1Q5jIMeI/AAAAAAAAAQw/hqTPClgXGXA/s72-c/Post+33a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-4054595779951927810</id><published>2012-01-16T13:30:00.001-02:00</published><updated>2012-01-16T13:30:57.697-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poema e poesia'/><title type='text'>Estilhaços de mim</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Ria de si mesmo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Faça troça de sua imagem&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Erre, acerte, siga, volte, pare&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Caminhe em direção ao seu próprio eu&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Desapegue-se&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Chore de você mesmo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Dê gargalhadas do futuro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Cante, dance, impregne-se de luz e sombra&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Seja você e não se preocupe com as pedras&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Desforre-se&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Beije a você mesmo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Confronte seus medos e faça as pazes com sua alma&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Pule, grite, carregue nos braços quem você ama&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Avance mesmo que as placas digam o contrário&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Desconstrua-se&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Refaça a você mesmo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Cada dia é um novo começo, uma ressurreição&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Viva, reviva, caia e levante indefinidamente&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;A morte pode ser uma possibilidade, mas a vida será sempre definitiva&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-4054595779951927810?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/4054595779951927810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2012/01/estilhacos-de-mim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/4054595779951927810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/4054595779951927810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2012/01/estilhacos-de-mim.html' title='Estilhaços de mim'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-479130697890350064</id><published>2012-01-13T20:51:00.000-02:00</published><updated>2012-01-13T20:51:59.971-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livre-arbítrio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objetivos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas da vida'/><title type='text'>O que não quero para este ano</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Sabe aquela lista de projetos que escrevemos todo início de ano? Então,tenho uma também. Já bastante preenchida, é verdade, mas com muita coisa aindapor conquistar. Em 2012 todo mundo renova as esperanças (o que é muito bom), realinhaas metas e inicia janeiro empolgado com uma porção de coisas para obter/fazerdurante os próximos 365 dias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-FYASW56cNNY/TxCwYuNCYTI/AAAAAAAAAP8/4NbQe86pQII/s1600/Post+31.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="151" src="http://2.bp.blogspot.com/-FYASW56cNNY/TxCwYuNCYTI/AAAAAAAAAP8/4NbQe86pQII/s200/Post+31.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Não acredito que o mundo muda entre um ano e outro. Na verdade, tudopermanece inexoravelmente igual. Os que devem e precisam mudar todos os diassão as pessoas. Isso mesmo: eu e você.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Por isso, só para sair da lista de “coisas que quero em 2012”, delineeiabaixo algumas que já decidi não querer de jeito nenhum até dezembro (se omundo não acabar antes):&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ol start="1" style="margin-top: 0cm;" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Não quero esperar nada cair do céu:&lt;/u&gt;     as grandes mudanças acontecem por causa da ação humana. Não espero que     nada venha fácil. O dito popular “o que vem fácil, vai fácil” não poderia     ser mais verdadeiro. Quero vitórias obtidas com suor e trabalho honestos,     vivendo e apreciando cada momento da batalha cotidiana e experimentando na     pele todos os bons e maus momentos trazidos por ela. No final, também quero     ser responsável pelos erros e acertos e dizer que fiz e consegui porque o     melhor momento para buscar o que se quer sempre foi o agora;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;ol start="2" style="margin-top: 0cm;" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Não quero me submeter ao que não     vale a pena:&lt;/u&gt; os altos e baixos da vida serão sempre inevitáveis e acontecerão     em qualquer lugar, mas o que não consigo aceitar é o fato de ter que me     acomodar a determinada situação por não haver uma forma de alterá-la. Acredito,     por princípio, na possibilidade, ainda que remota, de mudança da realidade     a partir da vontade humana. Se quisermos, poderemos muito mais do que     imaginamos se lançarmos mão dos meios para tornar possível o que hoje é     apenas uma ideia. Se submeter a situações     negativas/preconceituosas/violentas/constrangedoras por conta de uma consciência     vassala, para mim, é inaceitável em nossos dias;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;ol start="3" style="margin-top: 0cm;" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Não quero ter que me valer da     violência para ter meus direitos respeitados:&lt;/u&gt; a violência retira a     razão de qualquer um. O pacifismo, o diálogo e a comunicação assertiva     continuam sendo as minhas principais armas. Podem não ser as melhores, mas     ao menos estão alinhadas a valores que fazem sentido em meu mundo interno.     As armas já demonstraram o poder destrutivo ao longo da história humana e as     palavras também já surpreenderam ao mostrar que existe solução sem a necessidade     de agredir o outro. Não preciso nem falar dos exemplos que passaram por     aqui no último século, tais como Martin Luther King Jr, Gandhi, Desmond     Tutu, Madre Teresa, dentre outros tantos;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;ol start="4" style="margin-top: 0cm;" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Não quero fechar a porta para as novas     ideias:&lt;/u&gt; as constantes mudanças em escala global, em todas as áreas da     vida, lançam diariamente sobre nós uma enxurrada de informações e ideias e     não quero me fechar a elas, ainda que estejam em desacordo com minhas     opiniões ou visão de mundo. Conhecimento nunca é demais e aprender é     sempre o melhor caminho para nos tornarmos pessoas melhores em todos os     sentidos. Espero continuar crescendo mesmo quando chegar à terceira idade.     Nunca saberemos o suficiente.&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-479130697890350064?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/479130697890350064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2012/01/o-que-nao-quero-para-este-ano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/479130697890350064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/479130697890350064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2012/01/o-que-nao-quero-para-este-ano.html' title='O que não quero para este ano'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-FYASW56cNNY/TxCwYuNCYTI/AAAAAAAAAP8/4NbQe86pQII/s72-c/Post+31.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-8712354304021954502</id><published>2012-01-11T16:13:00.000-02:00</published><updated>2012-01-11T16:16:03.863-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livre-arbítrio'/><title type='text'>O perigo de ser livre</title><content type='html'>&lt;b style="text-align: justify;"&gt;Definitivamente acredito que o medo de ser livre é cada vez maisprofundo e real. Digo isso por diálogos recentes que me fizeram perceber que, láno fundo, todos tememos a enorme responsabilidade que implica a liberdade humana.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A expressão “medo da liberdade” foi criada pelo filósofo, sociólogo epsicanalista Erich Fromm durante o período da Segunda Guerra Mundial. O termotambém foi muito utilizado por &lt;a href="http://www.pucrs.br/edipucrs/online/autonomia/autonomia/3.2.html" target="_blank"&gt;PauloFreire&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Mas de onde vem esse receio? Seria a liberdade tão ruim assim? “Aspiores dificuldades de um homem começam quando ele é capaz de fazer o que quer”,já dizia o biólogo inglês Thomas Huxley.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A liberdade joga a responsabilidade de nossas ações sobre nós. Você édono do seu destino e livre para escolher seu futuro. A realidade é moldada porsuas ações e os erros e acertos de suas decisões pertencem integralmente a umaúnica pessoa. Adivinhe? Sim, pertencem a você.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Parece mesmo mais fácil delegar a outro(s) o peso de decisõesimportantes. Afinal, quem quer ter o ônus de um fracasso? Não é bom arriscar!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Viver sob a pauta de terceiros é mais cômodo e seguro. Seguir trilhasjá abertas, pensar como já se está acostumado e agir conforme modelos preestabelecidosfacilitam o cotidiano e evitam problemas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Num mundo massificador, pensar igual é a lei. O que sair dessa regra éheresia. Liberdade traz medo porque coloca-nos contra essa maré.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Já sentiu medo ao subir em um prédio e olhar para baixo? Tomo emprestadaa metáfora do jornalista &lt;a href="http://analistati.com/o-medo-da-liberdade/" target="_blank"&gt;LucianoPires&lt;/a&gt; para dizer o mesmo: você não vai pular lá do alto, mas sabe que, sequiser, pode fazê-lo. Ter consciência de que se pode agir da forma que se desejatorna-se o risco de ser livre.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Você tem agora diante de si uma escolha: seguir o rebanho ou inventarum caminho só seu. E aí? O que vai ser?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-8rEKIm0tOGM/Tw3PSfwWp9I/AAAAAAAAAPg/x2g_jw4HGao/s1600/Post+30.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-8rEKIm0tOGM/Tw3PSfwWp9I/AAAAAAAAAPg/x2g_jw4HGao/s320/Post+30.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-8712354304021954502?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/8712354304021954502/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2012/01/o-perigo-de-ser-livre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/8712354304021954502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/8712354304021954502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2012/01/o-perigo-de-ser-livre.html' title='O perigo de ser livre'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-8rEKIm0tOGM/Tw3PSfwWp9I/AAAAAAAAAPg/x2g_jw4HGao/s72-c/Post+30.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-8766360244141442405</id><published>2011-05-15T10:00:00.001-03:00</published><updated>2011-05-15T10:00:05.142-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='liberdade de expressão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poder da mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comunicação'/><title type='text'>Levante sua voz</title><content type='html'>O&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.intervozes.org.br/"&gt;Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social&lt;/a&gt;, com o apoio da &lt;a href="http://www.fes.org.br/"&gt;Fundação Friedrich Ebert Stiftung&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;preparou esse curta-metragem com a temática do direito à comunicação. A obra faz um retrato da concentração dos meios de comunicação existente no Brasil e&amp;nbsp;compara a regulação da comunicação no país com a lei da selva, onde os mais fortes ditam as regras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excelente material, produzido numa linguagem inspirada no documentário "&lt;a href="http://vimeo.com/17038265"&gt;Ilha das Flores&lt;/a&gt;", de Jorge Furtado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="385" src="http://player.vimeo.com/video/7459748?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/7459748"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-8766360244141442405?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/8766360244141442405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2011/05/levante-sua-voz.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/8766360244141442405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/8766360244141442405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2011/05/levante-sua-voz.html' title='Levante sua voz'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-621969833045060672</id><published>2011-05-14T09:00:00.001-03:00</published><updated>2011-05-14T09:00:01.693-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas da vida'/><title type='text'>Final feliz</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Quando criança era apaixonado por contos de fadas. Sim, eu era. Dos “Três porquinhos” às “Viagens de Gulliver”, acompanhava na TV as histórias com empolgação, aguardando pelo desfecho que levaria os protagonistas ao tão esperado desenlace final e, se possível, feliz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5XaP9Lbb09k/TcyQS0jroxI/AAAAAAAAALU/NZxzm_w4YW4/s1600/Post+28a.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="177" src="http://3.bp.blogspot.com/-5XaP9Lbb09k/TcyQS0jroxI/AAAAAAAAALU/NZxzm_w4YW4/s320/Post+28a.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O “era uma vez” invariavelmente encerrava com um “e viveram felizes para sempre”. Grandes narrativas com términos previsíveis mas, ainda assim, divertidíssimos. Boa e velha fantasia do mundo infantil. Sinto falta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;De lá pra cá a gente cresce (uns mais, outros menos) e, admito, acabei perdendo a sensibilidade para os “finais felizes”. Caí, sem paraquedas, no mundo real. O inconsciente coletivo dos contos de fadas termina em nós com os choques sofridos nos desencontros da vida, nas decepções enfrentadas nos relacionamentos e nos tropeços ocasionados por decisões precipitadas que nos obrigam, na maioria das vezes, a corrigir a rota e mudar o foco. Ou seja, somos convidados a encarar o mundo com outros olhos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;“Viver não é para fracos!” – diz um amigo meu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;“Concordo!” – eu respondo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_3uZjp2njvg/TcyQWqJ1pqI/AAAAAAAAALY/wz1v5pPbG3A/s1600/Post+28b.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-_3uZjp2njvg/TcyQWqJ1pqI/AAAAAAAAALY/wz1v5pPbG3A/s200/Post+28b.jpg" width="175" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Só que também não dá para ignorar que todos querem o tal “final feliz”, seja ele um casamento perfeito, um emprego excepcional ou uma vida de xeque árabe – mesmo sabendo que tudo isso é raridade no mundo da vida. Na verdade, é mais discurso ideológico capitalista, que incentiva a busca pelo lucro, sucesso e superação acima de tudo. Em suma, são e sempre foram ideais burgueses de tempos imemoriais vendidos como uma vida digna e como prêmio para quem trabalha pelo sistema, e completamente possível para qualquer um que correr atrás deles avidamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Nada contra quem os busca numa perseguição desenfreada, mas vale a recomendação: viver um conto de fadas pode custar caro. O preço pode ser sua qualidade de vida ou, pior, sua própria existência física e psicológica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Penso no “final feliz” amiúde. O encaro mais como um planejamento diário do que como meta a ser conquistada. Ser feliz é estado de espírito e pode ser experimentado cotidianamente por meio de gestos, relações, convivências e diálogos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O que importa mesmo é o tipo de pessoa que nos tornamos durante a caminhada e quem encontramos durante ela. Alcançar o topo sozinho não tem a menor graça. Conquistas solitárias não valem a pena. Gritar&amp;nbsp;“eu consegui!” não compensa tanto quanto os passos dados para se chegar até lá e o nível de experiência e maturidade obtidos no dia a dia de uma vida repleta de sentido e de gente ao redor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Por isso, me concentro no agora. Não espero mais pelo final da história.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-621969833045060672?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/621969833045060672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2011/05/final-feliz.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/621969833045060672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/621969833045060672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2011/05/final-feliz.html' title='Final feliz'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-5XaP9Lbb09k/TcyQS0jroxI/AAAAAAAAALU/NZxzm_w4YW4/s72-c/Post+28a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-3319682228670361302</id><published>2011-05-13T16:47:00.000-03:00</published><updated>2011-05-13T16:47:05.747-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poema e poesia'/><title type='text'>O silêncio</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O silêncio diz muito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Para uns ele é consentimento&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Para outros já é dúvida, incerteza&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Denuncia o que passa no íntimo, no subconsciente&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Silenciar não significa causa ganha, partida vencida, opinião calada&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Pelo contrário, o silêncio impõe respeito, convida à reflexão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;É grito sem voz&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;É a fala na sua forma mais pura&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;É a comunicação que não está no nível do racional&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;É a espiritualidade revisitada&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;É apelo mudo de quem não consegue ou não pode se expressar por palavras&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;É vazio e, ao mesmo tempo, é plenitude&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Às vezes são melhores as reticências do que a frieza da resposta pronta&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;A espera pela solução diz mais do que a própria solução&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;No silêncio do trabalhar meticuloso dos ponteiros aguardamos os minutos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O tic tac se torna comunicação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Assim como os passos ocos no corredor da casa&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;A direção para onde apontamos o polegar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O gesticular desinteressado em qualquer esquina&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O menear com a cabeça na mesa do jantar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O apertar de olhos e sobrancelhas na saída do metrô&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O silêncio traz à tona outro mundo, com suas próprias regras&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-3319682228670361302?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/3319682228670361302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2011/05/o-silencio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/3319682228670361302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/3319682228670361302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2011/05/o-silencio.html' title='O silêncio'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-8287207022516369402</id><published>2011-04-13T21:30:00.000-03:00</published><updated>2011-04-13T21:30:41.279-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livre-arbítrio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='meio ambiente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='igualdade'/><title type='text'>Adaptar é viver</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-dGOZkrVAlEM/TaY90Fk2caI/AAAAAAAAAK0/KsrAQZRXvDA/s1600/Post+26b.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-dGOZkrVAlEM/TaY90Fk2caI/AAAAAAAAAK0/KsrAQZRXvDA/s200/Post+26b.jpg" width="147" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Aprendi com &lt;a href="http://www.a-barca.org/"&gt;esta ONG&lt;/a&gt; a ressignificar um termo um tanto esquecido em meu vocabulário: &lt;u&gt;adaptação&lt;/u&gt;. Num primeiro momento o revisitei no contexto ambiental, aplicado à realidade das alterações climáticas inevitáveis no mundo de hoje e à urgente necessidade de adaptarmos nossa vida às mudanças que já estão acontecendo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-43A32bRys3k/TaY9lkxuYkI/AAAAAAAAAKw/kUjbVSp0-RE/s1600/Post+26a.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-43A32bRys3k/TaY9lkxuYkI/AAAAAAAAAKw/kUjbVSp0-RE/s200/Post+26a.jpg" width="136" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Entendi que não há mais tempo para impedir as consequências irreversíveis do aquecimento global na Terra e que cabe a todos nós (os que ficarmos), e a nossos filhos e filhas (os que ainda virão), a desenvolverem práticas adaptativas de convivência com o meio ambiente, de forma sustentável e direcionadas para o bem coletivo. Saber se relacionar com o ecossistema e preservar os recursos naturais por meio de ações simples e cotidianas envolve esse primeiro sentido do termo “adaptação”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Em seguida, comecei a explorar um pouco mais o que adaptar-se representava para mim. Num contexto sociológico, adaptação é uma atitude proativa a favor do entendimento mútuo entre a sociedade e uma compreensão maior a respeito das mudanças constantes presenciadas neste século. Adaptar-se ao mundo significa ver a humanidade com olhos de um cidadão do seu tempo, alguém que entende a vida como uma metamorfose diária e as relações humanas como mutantes a cada nova geração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Arrisco até a dizer que a dificuldade que encontramos para nos adaptarmos ao que é novo, ao novo cenário mundial sociopolítico-econômico, implica uma resistência cega aos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Materialismo_dial%C3%A9tico"&gt;movimentos imprevisíveis da história&lt;/a&gt;, que impreterivelmente caminha para frente. A raiz de conflitos e entraves de vários calibres e formas pode justamente estar nessa ambiguidade de termos pessoas do século 19 habitando um planeta do século 21.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-bnOYvRvbHg0/TaY98Stf4EI/AAAAAAAAAK4/3r0FpjUdBbY/s1600/Post+26c.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-bnOYvRvbHg0/TaY98Stf4EI/AAAAAAAAAK4/3r0FpjUdBbY/s320/Post+26c.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O preconceito religioso, manifestado através de maniqueísmos e rótulos (“religiões afro-brasileiras são ‘macumba’ e o islamismo é a ‘religião dos terroristas’”), o preconceito de classe (“pobre é inferior”), o preconceito racial (“negro é bandido”) e o preconceito de gênero (“homossexualidade é doença/demônio/atitude inaceitável e deve ser punida”), são algumas demonstrações de que não avançamos no processo de entendimento do outro, do diferente, conservando ainda velhos paradigmas que regiam relações ultrapassadas de convivência humana e aplicando a conceitos complexos um reducionismo ideológico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Ampliar o espaço de diálogo nas comunidades, diminuir o fosso social que separa ricos e pobres em uma lógica capitalista selvagem, politizar a sociedade e favorecer o acesso a uma educação de qualidade a todos, ou pelo menos à maioria de nós, são fatores que podem contribuir para reduzir o aparecimento dessas formas de preconceito e produzir uma população mais adaptável aos fluxos e refluxos de nossa época.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;As pessoas mudam, os costumes se alteram e a forma de encarar o mundo se transforma. Os conceitos se tornam relativos, &lt;a href="http://www.fronteirasdopensamento.com.br/portal/entrevistas/a-sociedade-liquida-entrevista-com-zygmunt-bauman"&gt;a realidade vira líquida&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/mundo/902210-otan-confirma-bombardeio-a-depositos-de-municoes-na-libia.shtml"&gt;a liberdade se torna valor máximo a ser conquistado e preservado&lt;/a&gt;. Adaptar-se a tudo isso exige não apenas tolerância, mas vontade, inteligência, virtude e apreço pela singularidade humana e pela vida. Não adaptar-se pode gerar morte, estagnação, psicose, intolerância, fundamentalismo, violência e ódio.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="display: inline !important; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-2wfrDrlGn00/TaY-DLB1E7I/AAAAAAAAAK8/BSsF_JnEayM/s1600/Post+26d.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="221" src="http://1.bp.blogspot.com/-2wfrDrlGn00/TaY-DLB1E7I/AAAAAAAAAK8/BSsF_JnEayM/s320/Post+26d.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="display: inline !important; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-8287207022516369402?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/8287207022516369402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2011/04/adaptar-e-viver.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/8287207022516369402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/8287207022516369402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2011/04/adaptar-e-viver.html' title='Adaptar é viver'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-dGOZkrVAlEM/TaY90Fk2caI/AAAAAAAAAK0/KsrAQZRXvDA/s72-c/Post+26b.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-4067923077733644145</id><published>2011-04-08T17:31:00.000-03:00</published><updated>2011-04-08T17:31:49.506-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tecnologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comunicação'/><title type='text'>Educação e tecnologia no processo de libertação social</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Falei no post do dia 3 de abril sobre redes sociais e a dinâmica relacional que ela incorpora e amplia. Hoje, quero prosseguir a reflexão com um recorte específico sobre a tecnologia e a educação, com foco nos avanços sociais de uma possível ampliação democrática e total do acesso a esses recursos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-PrRJXJ-EZ9M/TZ9uBZCkBNI/AAAAAAAAAKI/L6_0qrYooQk/s1600/Post+25b.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="163" src="http://2.bp.blogspot.com/-PrRJXJ-EZ9M/TZ9uBZCkBNI/AAAAAAAAAKI/L6_0qrYooQk/s200/Post+25b.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Historicamente, atrelamos o conceito de desenvolvimento ao de avanço nos campos tecnológico e econômico. Ao fazermos isso, sociedades do passado, tribais ou nômades, por exemplo, acabam rotuladas como primitivas e atrasadas por não utilizarem os recursos da tecnologia e estarem à margem da economia capitalista neoliberal. É próprio do sistema produzir essas e outras ideologias...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Acredito que somos unânimes ao reconhecer as vantagens e lucros que a popularização das descobertas científico-tecnológicas dos últimos cinquenta anos trouxe, e traz, para todos os setores. O que não dá também para ignorar é que existem centenas de comunidades distantes dessa realidade, no Brasil e no mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-zuDzF39bQaw/TZ9t6EPUVDI/AAAAAAAAAKE/lS3tV1-VxOY/s1600/Post+25a.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="182" src="http://4.bp.blogspot.com/-zuDzF39bQaw/TZ9t6EPUVDI/AAAAAAAAAKE/lS3tV1-VxOY/s200/Post+25a.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Na verdade, quero levar a discussão para a importância de direcionar a tecnologia dos computadores e chips com o fim de retirar pessoas excluídas socialmente dos benefícios que ela pode proporcionar. Porém, inserir mais gente no mundo digital requer esforço e engajamento político, mobilização de parcelas da sociedade civil e investimentos financeiros de peso, pra começo de conversa (sem contar nas mudanças necessárias no sistema de ensino, conforme exploro logo abaixo).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Outro ponto: trazer 100% do povo para frente da tela do monitor não deve produzir apenas mais internautas acessando informações, mas um número maior de cidadãos comprometidos com causas de interesse comum, interessados no bem dos outros e protagonistas sociais de suas histórias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;O acesso às tecnologias da informação e comunicação deve virar ferramenta para nos tornarmos mais críticos e analíticos, e não somente mais consumidores da cultura de massa e alienados na &lt;a href="http://www.arq.ufsc.br/esteticadaarquitetura/debord_sociedade_do_espetaculo.pdf"&gt;sociedade do espetáculo&lt;/a&gt;. Ter isso em mente torna a ciência um meio para se alcançar libertação. O ator principal da novela deixará de ser, portanto, a máquina para virar aquele que a manuseia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Pessoas com esse potencial estariam longe do ideal de passividade habitual e emergiriam com consciência política para produzir resultados práticos em seus contextos particulares. A tecnologia, quando bem empregada, impacta socialmente regiões e alavanca desenvolvimento que extrapola o campo meramente econômico. Aqui cabe uma boa pergunta: a quem interessa realmente a penetração das tecnologias nas camadas mais pobres?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-UvXpLP5cz-s/TZ9u5a6iWXI/AAAAAAAAAKM/VVCaOH1T0KE/s1600/Post+25c.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-UvXpLP5cz-s/TZ9u5a6iWXI/AAAAAAAAAKM/VVCaOH1T0KE/s320/Post+25c.jpg" width="284" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;PAVIMENTANDO O CAMINHO COM A EDUCAÇÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;O acesso livre às tecnologias da comunicação implica, necessariamente, ingresso também à educação de qualidade. O sistema educacional público, por sinal, é um velho problema conhecido e encarado todos os dias por crianças, jovens e educadores brasileiros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Movimentos organizados e voltados para a cultura livre e o software livre são exemplos de parcelas da sociedade que discutem essa problemática. Porque, já que queremos o passe livre para que todos tenham oportunidade de usar e compreender as possibilidades da internet e do microcomputador e se tornar independente, temos que pensar também como essa pessoa será capacitada tecnicamente para alcançar tal objetivo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3eNcML9Abkg/TZ9u7-8RHTI/AAAAAAAAAKQ/S_sNTaxRP_8/s1600/Post+25d.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-3eNcML9Abkg/TZ9u7-8RHTI/AAAAAAAAAKQ/S_sNTaxRP_8/s200/Post+25d.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Desde a tenra idade, a geração atual já mantém contato com máquinas, dispositivos, botões e equipamentos sofisticados. Esse fato, por si só, já aponta para a necessidade de um processo de apropriação das novas tecnologias logo no início do período escolar. Ao cursar o ensino fundamental, que hoje vai da primeira à nona série, a criança deve dar entrada no mundo globalizado da comunicação on-line através do &lt;i&gt;personal computer&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A cada ano, a tecnologia dá um passo além e demonstra que ainda há muito para descobrir. Se não corrermos atrás, logo cedo, com certeza estaremos defasados comparativamente a outros países. Os microprocessadores executam mais tarefas e ocupam lugar central na cadeia produtiva de qualquer nação e, se &lt;a href="http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/vai-faltar-mao-de-obra-em-20-anos-20100623.html"&gt;a mão de obra ficar para trás no quesito capacitação técnica&lt;/a&gt;, haverá escassez de “cérebros” no mercado de trabalho brasileiro, baixo índice de desenvolvimento nos três setores da economia e dependência de capital intelectual externo. Não por acaso, as &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/894537-crescem-matriculas-em-cursos-tecnicos-no-pais.shtml"&gt;empresas no Brasil já encaram esse problema atualmente&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-NMvYk1vurlY/TZ9vANLdSpI/AAAAAAAAAKU/jCVfhp6iZsQ/s1600/Post+25e.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://1.bp.blogspot.com/-NMvYk1vurlY/TZ9vANLdSpI/AAAAAAAAAKU/jCVfhp6iZsQ/s200/Post+25e.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Ao colocar o conhecimento técnico à disposição de todos, cria-se um ambiente favorável ao protagonismo social e ao desenvolvimento de locais geográficos antes relegados ao “fim da fila” dos avanços científicos. É preciso subsidiar o ensino gratuito de conhecimento relativo às áreas da programação, manutenção e processamento (além de todas as demais relacionadas com a computação), e inseri-lo nas escolas. Também é vital ampliar o acesso fácil e barato aos equipamentos de hardware, aos recursos de software e à rede de banda larga – conquistas que seriam o sonho dos viciados na web!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Esse cenário utópico só se tornará real se questões relativas aos direitos autorais e de patentes, importação e tributação, produção tecnológica, sistema de ensino privado e aos interesses econômicos e governamentais, principalmente dos EUA, forem abertos ao grande público para um amplo debate organizado, em escala mundial. A equação que resolverá esses problemas ainda não foi encontrada e será difícil para apenas alguns segmentos interessados resolverem tudo para impor seus pontos de vista aos demais. Essa é uma tarefa que deve superar barreiras ideológicas e partidárias para ficar ao alcance da maioria de nós.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-4067923077733644145?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/4067923077733644145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2011/04/educacao-e-tecnologia-no-processo-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/4067923077733644145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/4067923077733644145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2011/04/educacao-e-tecnologia-no-processo-de.html' title='Educação e tecnologia no processo de libertação social'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-PrRJXJ-EZ9M/TZ9uBZCkBNI/AAAAAAAAAKI/L6_0qrYooQk/s72-c/Post+25b.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-1530700220828144938</id><published>2011-04-07T23:49:00.000-03:00</published><updated>2011-04-07T23:49:39.165-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livre-arbítrio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas da vida'/><title type='text'>A invocação do divino em uma vida contingencial</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Preciso falar: há alguns anos abandonei o velho hábito de invocar o nome de Deus para todo e qualquer tipo de situação, corriqueira ou não, em minha vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zE0H5K2ZXCc/TZ52rUWqyXI/AAAAAAAAAJs/nA4CWdhtncM/s1600/Post+24a.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://2.bp.blogspot.com/-zE0H5K2ZXCc/TZ52rUWqyXI/AAAAAAAAAJs/nA4CWdhtncM/s200/Post+24a.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Sim, é isso mesmo. Os religiosos tradicionais que não me leiam, porque abri mão da necessidade visceral de pedir à divindade que me livre dos acidentes no meio do caminho, me proteja de tropeçar na rua e de ser alvejado por aves empoleiradas que, não raro, despejam suas necessidades fisiológicas nos mais inesperados telhados. Não quero viver em bolhas de aço ou em campos de força sobrenaturais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Também dispensei os serviços de anjos da guarda, guias transcendentais do além e espíritos conselheiros d’outro mundo. Muito obrigado! Me incomoda a tão esperada “mão estendida” para atravessar a rua ou a opinião certeira, de quem enxerga o futuro, para efetuar aquela compra que ansiei tanto fazer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A invocação constante do poder sobrenatural para o bem-estar vai contra a visão de uma vida contingente e de um futuro totalmente aberto. Atrelar ação e reação a movimentos de seres invisíveis só impede a visão clara de uma vida que se move através dos resultados de nossas decisões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-K1jizBvpsyo/TZ52uyq6OhI/AAAAAAAAAJw/oPIkeZ5QY4o/s1600/Post+24b.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" src="http://1.bp.blogspot.com/-K1jizBvpsyo/TZ52uyq6OhI/AAAAAAAAAJw/oPIkeZ5QY4o/s200/Post+24b.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Enquanto estiver ao meu alcance, e enquanto sobreviver ao “inevitável castigo reservado aos hereges”, manterei meu foco em ter Deus como um companheiro de caminhada, o cara que senta ao lado na mesa para aquele bate-papo agradável sobre quase todos os assuntos, o amigo que ouve sempre e sabe que viver implica responsabilidade com as decisões tomadas e coragem para assumir a liberdade individual humana, na perspectiva daquilo que chamamos de livre arbítrio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Encontrar em Deus um condutor implacável dos passos humanos é também vê-lo como o executor de &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/especial/2011/tragedianojapao/"&gt;tragédias semelhantes à do Japão&lt;/a&gt;, por exemplo. Declarar Deus como um interventor insaciável nos caminhos do homem é torná-lo corresponsável em &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/especial/2011/tragediaemescolanorio/"&gt;massacres como o de hoje&lt;/a&gt;, no Realengo (RJ), porque, afinal de contas, ele deveria evitar as mortes e interromper a decisão do assassino de executar os alunos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-arj0H5o3rrk/TZ52y23FzfI/AAAAAAAAAJ0/a3s59GQRh0o/s1600/Post+24c.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="175" src="http://1.bp.blogspot.com/-arj0H5o3rrk/TZ52y23FzfI/AAAAAAAAAJ0/a3s59GQRh0o/s200/Post+24c.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Digo isso por conta da &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/899597-em-carta-atirador-fala-em-perdao-de-deus-11-alunos-morreram.shtml"&gt;carta&lt;/a&gt; que esse mesmo atirador deixou. Nela há menções a Deus, Jesus, vida após a morte, castidade e impureza espirituais, dentre outros temas. Pronunciar o nome divino, invocá-lo para tudo e usá-lo como justificativa para atitudes de caráter extremista ou reacionário é uma demonstração do poder influenciador do coquetel de medo e frustração produzido por discursos religiosos. É ainda a prova de que a vida só faz sentido fora dos controles ideológicos da religião e além das &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=WkWQ6jB3jm0&amp;amp;feature=related"&gt;fronteiras da caverna, atravessando as sombras&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Ter peito para assumir as responsabilidades que implica viver, o que inclui aí a possibilidade de dar tudo errado, deve levar em conta o fato de não ser culpa de Deus tudo o que acontece ou deixa de acontecer no mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-1530700220828144938?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/1530700220828144938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2011/04/invocacao-do-divino-em-uma-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/1530700220828144938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/1530700220828144938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2011/04/invocacao-do-divino-em-uma-vida.html' title='A invocação do divino em uma vida contingencial'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-zE0H5K2ZXCc/TZ52rUWqyXI/AAAAAAAAAJs/nA4CWdhtncM/s72-c/Post+24a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-7951719843379657501</id><published>2011-04-03T22:07:00.000-03:00</published><updated>2011-04-03T22:07:37.426-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='redes sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tecnologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comunicação'/><title type='text'>Aprendendo a planejar os relacionamentos na web</title><content type='html'>&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Senti que estava devendo este post. Como bom amante da tecnologia e usuário assíduo das novas mídias, não podia deixar de mencionar aqui a importância dessas inovações high tech, próprias de nossa época e que vieram com a promessa de mudar o mundo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.twitter.com/"&gt;Twitter&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.facebook.com/"&gt;Facebook&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.br.linkedin.com/"&gt;LinkedIn&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.badoo.com/"&gt;Badoo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.orkut.com/"&gt;Orkut&lt;/a&gt; e tantas outras redes tornaram nossas vidas mais agitadas e velozes do que já eram. Não há como negar que o processo oriundo da utilização em massa de recursos da internet continuará modificando a forma como vivemos e nos relacionamos, tanto na vida real quanto na virtual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Só que não quero embarcar em falácias e confundir o que é considerado “novo” com aquilo que é tido como “novidade”. Explico: o &lt;u&gt;novo&lt;/u&gt;, nesse caso, é a web com todos os recursos que ela proporciona além das redes sociais, como o envio de e-mails e o compartilhamento de arquivos. A &lt;u&gt;novidade&lt;/u&gt; seriam as redes em si. A novidade passa, porque é moda e, portanto, transitória. Já o novo permanece porque é tendência e, portanto, evolui e permanece.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://0.gvt0.com/vi/yyY_392Tn7Q/0.jpg" height="266" style="clear: left; float: left;" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yyY_392Tn7Q&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="240" height="195" src="http://www.youtube.com/v/yyY_392Tn7Q&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;D&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;esde seu nascimento, por volta de 1957, a internet tem crescido vertiginosamente e ganhado cada vez mais recursos: a World Wide Web, por meio de Tim Berners-Lee na década de 90, os protocolos, os tipos de conexão, a arquitetura da informação no ambiente digital e por aí vai.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O uso comercial da web, na mesma década de 1990, contribuiu decisivamente para a expansão dos computadores em escala mundial e o uso cada vez mais frequente da internet por pessoas de fora do círculo acadêmico, até chegarmos aos atuais problemas que envolvem &lt;a href="http://curso.ipv6.br/"&gt;o esgotamento de IPs (sequências numéricas que identificam os PCs e permitem a navegação na rede)&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/894333-brasil-corre-para-adotar-novo-padrao-de-internet.shtml"&gt;a mudança no padrão mundial de navegação (do atual IPv4 para o IPv6)&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hsz-V3H8Pjk/TZkYhxnjobI/AAAAAAAAAJU/tWaA13AQlnM/s1600/Post+23b.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="141" src="http://4.bp.blogspot.com/-hsz-V3H8Pjk/TZkYhxnjobI/AAAAAAAAAJU/tWaA13AQlnM/s200/Post+23b.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Esse cenário muda constantemente e a &lt;a href="http://idgnow.uol.com.br/blog/plural/2010/10/20/conheca-a-geracao-z-os-nativos-digitais-que-moldarao-o-futuro/"&gt;Geração Z&lt;/a&gt; impressiona por sua afinidade com toda essa parafernália tecnológica. No transcurso das águas de bits e gigabytes nos esquecemos de muitas coisas importantes nesse processo. Menciono algumas:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ol start="1" style="margin-top: 0cm;" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Nos tornamos uma sociedade hiper-concentrada      no factual, no aqui e agora. Se aconteceu (ou até mesmo se nem aconteceu      ainda!) já estamos publicando no Twitter, viralizando no Facebook e      contando pra todo mundo que estiver on-line no MSN e no Google Talk. Não      dá tempo de acompanhar o fato até seu desenrolar porque, se surgir um novo      evento, largamos o anterior e prontamente nos dedicamos ao que é mais      recente. Mencionar, por exemplo, as revoltas na Líbia requer análise e busca      de opiniões sobre a problemática entre Oriente e Ocidente. Na verdade,      somos pautados por interesses comerciais da mídia, que apresenta fatos de grande      audiência e repercute aquilo que vende. Por isso, se não há audiência o acontecimento      fica relegado a menções no telejornal da noite ou a notas no canto inferior      da página direita do jornal no dia seguinte;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;ol start="2" style="margin-top: 0cm;" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Houve uma mudança de paradigma com a &lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/2006/10/30/o-que-e-web-20/"&gt;Web 2.0&lt;/a&gt;.      Passamos da comunicação para o diálogo, da informação para o      compartilhamento. Agora nós somos o que compartilhamos e, com frequência,      nossa audiência não é apenas composta de parentes e/ou amigos, mas também por      uma série de anônimos que podem ser influenciados por nossas opiniões, divergir      de nosso ponto de vista e também expor claramente suas ideias a nosso      respeito;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;ol start="3" style="margin-top: 0cm;" type="1"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-WT_NTvfdepI/TZkYfMtVcNI/AAAAAAAAAJQ/JW7ULPSYeMA/s1600/Post+23a.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="148" src="http://1.bp.blogspot.com/-WT_NTvfdepI/TZkYfMtVcNI/AAAAAAAAAJQ/JW7ULPSYeMA/s200/Post+23a.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O protagonista de minha presença      digital na rede de computadores não sou eu mesmo (por incrível que pareça),      mas é o meu conteúdo, ou seja, aquilo que eu falo, onde e como eu opino e      as menções que deixo em meu rastro na web, independente da plataforma que utilizo;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;ol start="4" style="margin-top: 0cm;" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Pra encerrar, deixei para o final o      que considero o ponto mais importante dessa discussão envolvendo redes      sociais e internet. Acredito ser premente a necessidade de pensar o      planejamento dos relacionamentos. Não dá pra confundir rede social com      rede comercial! São coisas antagônicas, diferentes. Ao se falar em      participação na rede de Fulano ou dar retweet no link de Cicrano precisamos      associar que isso faz parte de uma rede virtual de relacionamento entre      pessoas reais que têm, ou não, coisas em comum. São pessoas que buscam respostas,      encontram caminhos, esclarecem dúvidas, espalham ideias e compartilham      valores. Elas não querem, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;a priori&lt;/i&gt;,      transacionar conosco. Elas querem contato, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;feedback&lt;/i&gt;, atenção. Mais importante do que falar ou vender algo      – seja um produto, uma ideia ou uma causa – é criar laços, mesmo que frágeis,      com outras pessoas no mundo.&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-7951719843379657501?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/7951719843379657501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2011/04/aprendendo-planejar-os-relacionamentos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/7951719843379657501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/7951719843379657501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2011/04/aprendendo-planejar-os-relacionamentos.html' title='Aprendendo a planejar os relacionamentos na web'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-hsz-V3H8Pjk/TZkYhxnjobI/AAAAAAAAAJU/tWaA13AQlnM/s72-c/Post+23b.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-4037153661979147349</id><published>2011-03-16T20:36:00.001-03:00</published><updated>2011-03-16T20:38:35.947-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comunicação'/><title type='text'>Os papéis sociais no contexto da sociedade da informação</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Todos desempenham vários papéis sociais no contexto em que estão inseridos. Nosso comportamento acaba sendo a reprodução de um “pacote” de ações e reações socialmente aceitas e determinadas. Essa é uma realidade &lt;a href="http://www.infopedia.pt/$papel-social"&gt;já analisada pela sociologia&lt;/a&gt; e frequentemente não nos damos conta de que fazemos parte dela.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-ijsT0dI2is4/TYFIP7Vpm5I/AAAAAAAAAIs/dTrTtaKUMUw/s1600/Post+22b.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="142" src="https://lh6.googleusercontent.com/-ijsT0dI2is4/TYFIP7Vpm5I/AAAAAAAAAIs/dTrTtaKUMUw/s200/Post+22b.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Exercemos os papéis de filho, pai, funcionário/patrão, cidadão, eleitor, dentre tantos outros e em diversos grupos. Em cada um desses grupos espera-se certo padrão de comportamento. Há uma expectativa em relação a cada papel e cabe a cada um de nós desempenhá-lo como um “bom” filho, pai, funcionário/patrão...&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Rejeitar os modelos de comportamento e suas influências não significa, portanto, encarar seu papel da forma tradicionalmente aceita, o que caracteriza o chamado “conflito de papéis”.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Dito isso, expresso minha relutância com certos padrões socialmente aceitos e os problemas que regras sociais estáticas trazem para nossa fluida e mutante realidade pós-moderna. No bojo das constantes transformações nos campos da tecnologia e da informação encontra-se também uma nova forma de enxergarmos nosso papel nesse cenário que se configura. Como diz o professor &lt;a href="http://twitter.com/gilgiardelli"&gt;Gil Giardelli&lt;/a&gt;, “não podemos usar velhos mapas para descobrir novas terras”.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-SaLZ4SVPRMA/TYFIUObCSaI/AAAAAAAAAIw/fy4xrY6OaNQ/s1600/Post+22c.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="https://lh4.googleusercontent.com/-SaLZ4SVPRMA/TYFIUObCSaI/AAAAAAAAAIw/fy4xrY6OaNQ/s200/Post+22c.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Como tudo se modifica com extrema velocidade, cabe também mudar a cabeça dos cidadãos que aqui habitam. Eu (como você) vivo uma série ininterrupta de papéis sociais. Porém, o que significa hoje ser um filho? E funcionário? E brasileiro? E ciberativista ambiental? E comunicador? E aluno? E consumidor?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Com certeza não significa mais responder a essas exigências de maneira acomodada, subserviente, passiva e retrógrada. Liderança, pró-atividade e capacidade argumentativa são as características que se destacam em indivíduos integrados ao mundo de hoje e capazes de causar impacto nos conjuntos com os quais se relaciona. A comunicação transformou o planeta num lugar com mais possibilidades de trocas de informação e por isso exige mais atitude dos atores sociais para torná-lo melhor para todos.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-8z5ZNZlzVFY/TYFIHn1ZpvI/AAAAAAAAAIo/tRDdyMRNYuI/s1600/Post+22a.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="https://lh5.googleusercontent.com/-8z5ZNZlzVFY/TYFIHn1ZpvI/AAAAAAAAAIo/tRDdyMRNYuI/s200/Post+22a.jpg" width="196" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;É preciso agir para alterar situações, falar para causar repercussão e indignação, mexer em temas que ninguém mais abordou e trazer à tona informação com o fim de gerar mudanças benéficas nos âmbitos da política, economia, meio ambiente e em tantos outros.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Porém, coloco ainda outro problema: não dá para considerar esse ator(atriz) social pela ótica pura e fria do papel que desempenha. Esquecer que por trás desse filho(a), pai(mãe), funcionário(a) ou blogueiro(a) há uma pessoa de carne e osso é um dos motivos para tanta depressão nesse “&lt;a href="http://www.servicosocialja.com.br/conteudo/admiravel_mundo_novo.pdf"&gt;admirável mundo novo&lt;/a&gt;”. Olhar o outro como mero desenvolvedor de sua função é ignorar a complexidade do ser humano e desprezar a extensa rede de relações que nos envolve.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-4037153661979147349?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/4037153661979147349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2011/03/os-papeis-sociais-no-contexto-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/4037153661979147349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/4037153661979147349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2011/03/os-papeis-sociais-no-contexto-da.html' title='Os papéis sociais no contexto da sociedade da informação'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-ijsT0dI2is4/TYFIP7Vpm5I/AAAAAAAAAIs/dTrTtaKUMUw/s72-c/Post+22b.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-5720193100820162822</id><published>2011-03-10T21:14:00.004-03:00</published><updated>2011-03-10T21:20:34.245-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas da vida'/><title type='text'>E o Oscar vai para...</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Andei refletindo muito nessas últimas semanas e decidi de uma vez por todas: não quero recompensas dessa vida ou da outra. Muito obrigado! Não estou disposto a esperar ter de volta o reconhecimento ou o &lt;i&gt;status&lt;/i&gt; às vezes tão almejado por alguns de nós.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-dluaBP6jeUk/TXloMqS9FwI/AAAAAAAAAIQ/ZgEzhCMtq6c/s1600/Post+21b.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="111" src="https://lh5.googleusercontent.com/-dluaBP6jeUk/TXloMqS9FwI/AAAAAAAAAIQ/ZgEzhCMtq6c/s200/Post+21b.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Resolvi também ignorar os prêmios por minhas boas ações. Não quero praticar atos de caridade na esperança vulgar de ser reconhecido por aquilo que fiz sem intencionar o pódio. &lt;i&gt;Ágape&lt;/i&gt;, filantropia, altruísmo, amor – ou como você queira chamar – não é um atalho para troféus ou galardões.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Com isso, determinei não esperar mais por louros ou aplausos. Não quero que me tenham como exemplo de “Bom samaritano” e me coloquem numa redoma para ser venerado. Pretendo continuar sendo gente, com todas as implicações que isso acarreta: defeitos, deslizes, momentos altos e baixos e toda sorte de sensações boas e ruins.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;O que espero de mim mesmo é doar o melhor que tenho e o que posso ao outro sem me preocupar com os rendimentos que isso possa gerar. Quero ser franco, verdadeiro e amigo sem esperar retorno. Prática do bem visando lucro (seja ele financeiro, social ou de qualquer outra ordem), não é bondade, mas utilitarismo, autoengano, perda de tempo.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-WIqxCPdd76U/TXloGfPs3xI/AAAAAAAAAIM/VnhxHHPw6Lo/s1600/Post+21a.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="https://lh3.googleusercontent.com/-WIqxCPdd76U/TXloGfPs3xI/AAAAAAAAAIM/VnhxHHPw6Lo/s200/Post+21a.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:OfficeDocumentSettings&gt;   &lt;o:TargetScreenSize&gt;800x600&lt;/o:TargetScreenSize&gt;  &lt;/o:OfficeDocumentSettings&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-bidi-font-family:"Times New Roman";}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;b&gt;Em um mundo propenso a relações superficiais, e envolto por tantas ideologias, sinto a necessidade de estender ajuda e ensinar outros a “pescar” no mar da vida, sem angariar algum tipo de vantagem. &lt;a href="http://letras.terra.com.br/ana-carolina/832783/"&gt;Só de sacanagem!&lt;/a&gt; Abraços e apertos de mão serão sinceros, entendido?! Chega de pensar “aonde vou chegar com essa amizade” ou “quando essa relação vai começar a gerar resultado”!&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Serei inteiro! Não vou dar mole para gente de plástico, que se amolda às situações esperando receber o devido troco que julga merecer por seu exemplar comportamento social. Afinal, por que viver relações de eterna espera se posso experimentar de forma plena e intensa o convívio com aquele que é diferente de mim?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-5720193100820162822?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/5720193100820162822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2011/03/e-o-oscar-vai-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/5720193100820162822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/5720193100820162822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2011/03/e-o-oscar-vai-para.html' title='E o Oscar vai para...'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-dluaBP6jeUk/TXloMqS9FwI/AAAAAAAAAIQ/ZgEzhCMtq6c/s72-c/Post+21b.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-4242426766773888807</id><published>2010-12-05T15:13:00.008-02:00</published><updated>2011-03-10T21:28:03.403-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas da vida'/><title type='text'>O bem versus o mal: uma visão limitada da realidade</title><content type='html'>&lt;m:smallfrac m:val="off"&gt;    &lt;m:dispdef&gt;    &lt;m:lmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:rmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:defjc m:val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent m:val="1440"&gt;    &lt;m:intlim m:val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim m:val="undOvr"&gt;   &lt;/m:narylim&gt;&lt;/m:intlim&gt; &lt;/m:wrapindent&gt;  &lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XqiXPWvtMlQ/TPvFwrU1HCI/AAAAAAAAAGc/sZMBFYh0reU/s1600/Post+20.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/_XqiXPWvtMlQ/TPvFwrU1HCI/AAAAAAAAAGc/sZMBFYh0reU/s320/Post+20.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;m:smallfrac m:val="off"&gt;    &lt;m:dispdef&gt;    &lt;m:lmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:rmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:defjc m:val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent m:val="1440"&gt;    &lt;m:intlim m:val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim m:val="undOvr"&gt;   &lt;/m:narylim&gt;&lt;/m:intlim&gt; &lt;/m:wrapindent&gt;  &lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Temos a propensão de sempre “julgar o livro pela capa”. Nossos olhos correm o perigo de ser enganados a todo o momento e nos levar a considerar apenas um lado da realidade, por ser esse o jeito mais cômodo de formar uma opinião sobre algo ou alguém.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Ao falar a respeito da África, por exemplo, não podemos esquecer as peculiaridades de cada país. Não dá pra generalizar e ignorar o processo histórico. Cada nação é formada por tribos distintas e, muitas delas, inimigas entre si. Levar em conta a colonização daquele continente e a sanha expansionista das potências europeias é também fundamental para entender o quadro atual de necessidade dos africanos.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Opiniões definitivas podem se encaixar no mundo das ciências exatas e biológicas, após experimentação e análise por parte da comunidade científica. Só que não funcionam muito bem no caso das ciências humanas.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A realidade é complexa demais. A teia de relações sociais também. E são assim porque nós somos complicados. Por isso que, ao se falar de sociedade e de gente, não dá pra ter opiniões imutáveis e desconsiderar as variáveis envolvidas.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;O maniqueísmo típico de nossa cultura ocidental opõe o chamado lado do “bem” ao “mal”. Consequência disso é que consideramos países e pessoas como unicamente boas ou más. Equívoco bem corriqueiro.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Conhecer a fundo alguém é algo pouco relevante em um mundo de verdades fluidas, em que a velocidade da informação e dos processos está cada vez maior, dinamizando o capitalismo pós-moderno e nos transformando em extensões de computador. Relacionamento envolve tempo, imersão no outro e certa dose de abertura, que acaba nos tornando mais vulneráveis.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Rotular os outros como pessoas do bem ou do mal é mais fácil. Entretanto, a realidade nos prova que nossos grandes amigos podem, a qualquer momento, ser atraídos para o “lado negro da força”. Nossas atitudes podem, em um dado momento, ser positivas e carregadas de boas intenções e, em outro, se tornar malignas e cheias de ódio e intemperança. “Ora, mas o cara não era do bem”?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Somos todos bons e maus. Pendemos para o lado do amor e da generosidade e invertemos os polos de repente. Podemos praticar o bem com segundas intenções e o mal porque somos pressionados social ou psicologicamente. Rótulos não se encaixam na complexidade humana: apenas facilitam nosso raciocínio limitado.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;O maniqueísmo das novelas e filmes facilita a construção de um roteiro, mas não serve como espelho do real. Ser bom ou mal é uma opção que tomamos a cada minuto. O desafio é sempre considerar o outro de acordo com o momento e conhecer quem está ao lado sem comprar a primeira versão de qualquer história que nos contem a respeito dele. É também ser compreensivo com a instabilidade humana e nos apoiarmos nos bons e – principalmente – nos maus momentos. É ser inteiramente humano a todo instante, rejeitar a perfeição e modelos que nos categorizam como coisas e motivar a prática de ações positivas no mundo, ainda que não sejamos as pessoas ideais que gostaríamos de ser.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-4242426766773888807?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/4242426766773888807/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/12/o-bem-versus-o-mal-uma-visao-limitada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/4242426766773888807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/4242426766773888807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/12/o-bem-versus-o-mal-uma-visao-limitada.html' title='O bem versus o mal: uma visão limitada da realidade'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XqiXPWvtMlQ/TPvFwrU1HCI/AAAAAAAAAGc/sZMBFYh0reU/s72-c/Post+20.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-798565701049677681</id><published>2010-12-01T18:04:00.006-02:00</published><updated>2010-12-12T15:30:52.812-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><title type='text'>Você crê que ele te ama?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Brennan Manning, autor consagrado pela obra "O Evangelho Maltrapilho", fala sobre a importância de entendermos como Deus nos ama. Vídeo indicado por meu colega &lt;a href="http://www.facebook.com/home.php?#%21/profile.php?id=1645278962"&gt;Fábio Guerra&lt;/a&gt;. Vale a pena, principalmente pela última frase...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mxwkSqUarow?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/mxwkSqUarow?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-798565701049677681?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/798565701049677681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/12/voce-cre-que-ele-te-ama.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/798565701049677681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/798565701049677681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/12/voce-cre-que-ele-te-ama.html' title='Você crê que ele te ama?'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-3232838789634245088</id><published>2010-10-27T14:00:00.001-02:00</published><updated>2010-10-27T14:04:40.425-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas da vida'/><title type='text'>Amor: única possibilidade de vida</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XqiXPWvtMlQ/TMhMFyYPbbI/AAAAAAAAAGE/RJYsQrWwNok/s1600/Post+18.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="216" src="http://1.bp.blogspot.com/_XqiXPWvtMlQ/TMhMFyYPbbI/AAAAAAAAAGE/RJYsQrWwNok/s320/Post+18.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Não sou a melhor autoridade nesse assunto, mas como dediquei esse espaço para refletir sobre a vida, me arrisco a transcrever algumas linhas sobre esse grande enigma.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Amar é verbo transitivo: exige complemento. É um sentimento que produz vida, mas que, se levado ao extremo, também pode levar muita gente a crimes passionais, ao desespero, à loucura.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O amor é o motor que traz (e trouxe) à existência a humanidade e a mantém até hoje. Sem amor não estaríamos aqui e não nos preservaríamos. É algo tão paradoxal que, ao mesmo tempo em que protege e guarda, também liberta, solta, livra.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mas é bom destacar que o amor é radicalmente diferente da paixão.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Se investigada cientificamente, dá para se comprovar que paixão é uma forte reação química que acomete nosso cérebro, embriagando nossos neurônios e nos mergulhando numa verdadeira dependência.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Já o amor é algo construído com o tempo, é um processo, um caminho, uma trilha. Se constitui de liberdade, afinidade, compreensão, diálogo. Pode até começar como uma paixão louca e viciante, mas evolui para algo mais sublime, semelhante àquilo que impulsionou um judeu em situação paupérrima a se submeter a agressões físicas, na região do Oriente Médio, há quase dois mil anos, por tanto amar as pessoas. Dá para se entender o amor? Apreendê-lo de forma racional é realmente um exercício inútil.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A paixão é passageira, impetuosa e traz sentido de posse. O amor é duradouro, manso e traz sentido de independência. Amor não é prisão, nem se exerce com o poder das correntes.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Paixão se consegue fácil. Amor é mais difícil, porque é via de mão dupla.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O amor se manifesta de diferentes formas, mas há padrões que o identificam em qualquer parte do mundo: carinho, afeto, sentido libertário, alegria, novo significado existencial, conforto, realização no outro, reencontro com a vida, retroalimentação.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O amor é belo em todas as suas formas: pode ser o amor entre pais e filhos, entre casais, entre crianças e seus animais de estimação ou entre as pessoas que vivem em uma comunidade. Quem vive um amor de verdade, e não mera paixão, pode se sentir como alguém que venceu os 100 metros com barreira e está no pódio, ostentando uma medalha de ouro.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Viver a experiência do amor é algo singular. Nossa espécie é privilegiada nesse aspecto e, por isso mesmo, deve saboreá-la intensamente, por toda a vida.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-3232838789634245088?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/3232838789634245088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/10/amor-unica-possibilidade-de-vida.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/3232838789634245088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/3232838789634245088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/10/amor-unica-possibilidade-de-vida.html' title='Amor: única possibilidade de vida'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XqiXPWvtMlQ/TMhMFyYPbbI/AAAAAAAAAGE/RJYsQrWwNok/s72-c/Post+18.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-4076059130744214773</id><published>2010-10-25T10:26:00.002-02:00</published><updated>2010-10-28T07:17:38.068-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas da vida'/><title type='text'>Expectativas e desilusões</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="goog_55828595"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_55828596"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XqiXPWvtMlQ/TMV2XgLvKEI/AAAAAAAAAF0/r2rBEkVwrEA/s1600/Post+17.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="162" src="http://4.bp.blogspot.com/_XqiXPWvtMlQ/TMV2XgLvKEI/AAAAAAAAAF0/r2rBEkVwrEA/s320/Post+17.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Queria ter o poder de alterar as situações, como num passe de mágica...&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Queria que o sistema não nos arrancasse o que temos de melhor: os nossos sentimentos.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Queria que a sinceridade fosse reconhecida a olho nu e recompensada publicamente.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Queria que os velhos fossem tidos como os sábios de nosso tempo e as crianças fossem colocadas nas melhores salas de aula do mundo, sem as distinções de classe social ou os preconceitos que nos repelem.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Queria que existissem menos deuses e mais humanos nos ambientes empresariais e acadêmicos.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Queria que as pessoas dessem uma chance (pelo menos uma) para que outros possam sempre mostrar o potencial reprimido que possuem sem medo de represálias, armadilhas ou invejas dissimuladas.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Queria que ninguém cuspisse no prato em que come.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Queria subir no Pico da Neblina e gritar para o mundo inteiro ouvir: “Aprendam a amar”!&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Queria que mais pessoas praticassem o bem sem pensar nas recompensas que podem obter com seus atos, seja nesta ou na outra vida.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Queria viver sem a expectativa de que posso perder qualquer um (sejam amigos ou parentes) a qualquer momento... e também não queria ter a consciência de que vou morrer um dia...&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Queria ser visto como gente, e não como força de trabalho, classe dominada, mais um religioso, mais um no mercado de trabalho, mais um sonhador, mais um vivendo uma existência predeterminada.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Queria que o choro virasse música e produzisse riso, ao invés de dor.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Queria que a sustentabilidade não fosse mais um conceito usado para ganhar dinheiro ou reputação.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Queria que mais recursos saíssem da especulação financeira para entrar na África.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;Queria que a democracia não fosse lembrada apenas de dois em dois anos.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;Enfim, queria muito mais. Então me lembro que sou uma molécula no oceano, um grão no Saara. Porém, quero (e posso) ter a ousadia de fazer apenas uma coisa: não me conformar, não sentar e “esperar o que a vida tem pra mim”, não olhar e virar o rosto, não abaixar a cabeça e dizer “que é assim mesmo e sempre será”. Enquanto estiver por aqui, quero me levantar, sacudir a poeira e dar, todos os dias, a volta por cima.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-4076059130744214773?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/4076059130744214773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/10/expectativas-e-desilusoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/4076059130744214773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/4076059130744214773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/10/expectativas-e-desilusoes.html' title='Expectativas e desilusões'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XqiXPWvtMlQ/TMV2XgLvKEI/AAAAAAAAAF0/r2rBEkVwrEA/s72-c/Post+17.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-5158365612703357218</id><published>2010-10-18T13:02:00.002-02:00</published><updated>2010-10-28T07:19:03.018-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='liberdade de expressão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>A liberdade, o aborto e o jogo político</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XqiXPWvtMlQ/TLxf85F6flI/AAAAAAAAAFk/5eeJdEQmkKk/s1600/Post+16.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://4.bp.blogspot.com/_XqiXPWvtMlQ/TLxf85F6flI/AAAAAAAAAFk/5eeJdEQmkKk/s320/Post+16.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Sou um amante da liberdade. Para mim, é o valor mais importante e vital para a existência humana. Sem ela não há voz, mudança, atitude ou possibilidade de convivência. Dela não abro mão, jamais.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Por outro lado, a liberdade pode se tornar (ou já é?) instrumento ideológico, cujo objetivo é confirmar a dominação das elites econômicas e favorecer a continuidade do poder político-social exercido por elas sobre a sociedade capitalista moderna e as classes dominadas, conforme as definições de ideologia formuladas por Karl Marx, no século 19, e mais recentemente pelo norte-americano John Thompson, em 2002.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Dizer o que se pensa é um desafio arriscado em uma sociedade marcada por diferenças de classes e forte conflito de interesses. A liberdade acaba sendo uma espada de dois gumes nesse combate.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText2" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Exemplo claro foi visto na primeira semana de outubro, com o desligamento da colunista do jornal paulista O Estado de S. Paulo, a psicanalista &lt;a href="http://www.mariaritakehl.psc.br/"&gt;Maria Rita Kelh&lt;/a&gt;, após a &lt;a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=610IMQ008"&gt;publicação de artigo que elogiava as políticas de distribuição de renda do atual governo&lt;/a&gt;. A liberdade para escrever o que se deseja (ou o que se apura, ou se pensa, ou o que disseram a você) não é a mesma se remar contra os interesses em jogo.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Presidenciável declarar que é a favor ou contra o aborto também é uma atitude considerada “ilegal” e impensável durante uma disputa pelo poder. Afinal, onde já se viu candidato(a) falar sobre tema tão complexo, um verdadeiro tabu em um país com baixo índice de escolaridade de sua população, formada majoritariamente por católicos e historicamente preconceituosa?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Novamente, a liberdade para a discussão de ideias torna-se mera fantasia, e viramos presa da opinião pública, dos religiosos de plantão e de interesses que desconhecemos. A imprensa faz o papel de ampliar/espalhar/comercializar o debate, porém não há vontade política para tocar em assuntos delicados, impopulares, que exigem longos processos até uma decisão final e que, ainda por cima, geram desgastes de caráter político que não interessam a quem pretende ganhar a próxima eleição.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Pensar “fora da caixa”: eis um exercício difícil de praticar. Escapar da ideologia, do senso comum, dos interesses do jogo político, da opinião pública nem sempre inteligente e da intensa polemização midiática, reforçada pelo estardalhaço virtual, exige tempo, esforço conjunto, busca pela informação, visão crítica e ação social direcionada e ampla.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Não é o aborto em si o centro do problema, mas o que deve ser discutido é a não-criminalização da interrupção da gravidez. Regular o sistema de saúde público para atender a demanda de mulheres (muitas delas adolescentes) que engravidaram e querem abortar é uma necessidade premente em um país que sofre com a existência de clínicas clandestinas e venda ilegal de medicamentos abortivos.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Cuidar para que o aborto não ocorra com fetos em estágio avançado de formação, fortalecer as campanhas de métodos contraceptivos e mostrar às mães que há atendimento especial para elas são fatores que englobam as políticas públicas a serem discutidas em uma possível descriminalização do aborto no Brasil. Estamos falando de liberdade de direitos para as mulheres e liberdade nas discussões que importam para a sociedade. Simplificar assuntos complexos só favorece o jogo de interesses de determinados setores e impede um diálogo plural e livre de ideias preconcebidas.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-5158365612703357218?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/5158365612703357218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/10/liberdade-o-aborto-e-o-jogo-politico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/5158365612703357218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/5158365612703357218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/10/liberdade-o-aborto-e-o-jogo-politico.html' title='A liberdade, o aborto e o jogo político'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XqiXPWvtMlQ/TLxf85F6flI/AAAAAAAAAFk/5eeJdEQmkKk/s72-c/Post+16.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-5069183222379753415</id><published>2010-09-06T11:41:00.009-03:00</published><updated>2010-10-25T09:59:24.385-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='essas mulheres'/><title type='text'>A coisificação do "sexo frágil"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TIT8ZNHI6dI/AAAAAAAAAEA/HQR4atYSFaE/s1600/Post%2015.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" ox="true" src="http://lh5.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TIT8ZNHI6dI/AAAAAAAAAEA/HQR4atYSFaE/s320/Post%2015.jpg" width="174" /&gt;&lt;/a&gt;Tenho mais dúvidas do que certezas nessa minha cabeça. Porém, de uma coisa estou certo: a mulher é realmente a melhor obra do Criador. Disso ninguém pode duvidar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Elas merecem todos os nossos aplausos, elogios, assobios, admirações, cantadas e olhares por tudo o que são, fazem e já fizeram. Só que não consigo me conformar com a transformação cotidiana do "sexo frágil" (como é chamado injustamente, porque não há um sexo frágil) em &lt;u&gt;coisa&lt;/u&gt; – lê-se aí prazer, símbolo, instrumento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acredito que mulher não se pega, mas se conquista. Amar uma mulher de verdade é entrar de cabeça em seu mundo e experimentar a sensação de viver em um universo totalmente distinto, com novas regras e padrões. É viver a plenitude da vida e encontrar sentido no caos do mundo. É ressignificar o que é belo e renascer para si mesmo. A relação homem X mulher, quando envolvida pelo sentimento de amor, é a união mais bela que existe.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acredito que mulher deve ser não só amada, mas respeitada, entendida. Não adianta só balançar a cabeça positivamente enquanto ela estiver falando. É preciso compreender as intenções, pensamentos, subentendidos. É necessário ler nas entrelinhas e, para isso, tem que ser um pouco médium, um pouco louco, um pouco mais... vulnerável. Absorver uma mulher não é só dizer palavras bonitas ou ser “bom de cama”. É preciso envolvê-la em um ninho de compreensão mútua.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acredito que mulher deve ser olhada e desejada sim, mas não a tal ponto de abrir mão de sua individualidade enquanto sujeito social. Mulher deve ser valorizada e se valorizar como pessoa. Deve exigir seus direitos, ser distinguida por sua capacidade e obter o mesmo reconhecimento que o homem tem como profissional no mercado de trabalho. No país em que bunda tem seguro “contra perda e roubo” e em que se coloca silicone em todo o corpo, a mulher deve surpreender a todos não apenas por ser bonita, mas principalmente por ser também inteligente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acredito que mulher deve valorizar o que tem sem se tornar vulgar. A coisificação da mulher acontece não só por culpa do machismo ridículo que ainda sobrevive na pós-modernidade – época que, além disso, hipervaloriza a imagem e o sexo, é bem mais liberal e relativista e conta cada vez mais com mulheres nos setores econômico, político e social – mas também por culpa de algumas delas, que gostam e incentivam a transformação da mulher em objeto por meio de músicas e comportamentos constantemente exibidos e repetidos pelos meios de comunicação, em especial a televisão e a internet.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quero engrossar as fileiras dos que estão contra tudo isso e a favor da valorização dessa maravilhosa invenção que é a mulher. Não sei mesmo o que faria sem elas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-5069183222379753415?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/5069183222379753415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/09/coisificacao-do-sexo-fragil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/5069183222379753415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/5069183222379753415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/09/coisificacao-do-sexo-fragil.html' title='A coisificação do &quot;sexo frágil&quot;'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TIT8ZNHI6dI/AAAAAAAAAEA/HQR4atYSFaE/s72-c/Post%2015.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-7334136781789090981</id><published>2010-08-31T08:22:00.005-03:00</published><updated>2010-10-25T10:04:15.931-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='religião'/><title type='text'>A contingência do mundo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/THzjhv8uthI/AAAAAAAAADw/PV2j8wqvCHc/Post%2014.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" ox="true" src="http://lh5.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/THzjhv8uthI/AAAAAAAAADw/PV2j8wqvCHc/Post%2014.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ás vezes passamos por situações tão extraordinárias que acaba sendo inevitável não desconfiarmos de que alguém, em algum lugar, exerce um determinado controle sobre nossas vidas. A impressão é de que as circunstâncias são determinadas por esse “dono do controle remoto”. Fazemos o jogo dele. Encenamos a peça como boas marionetes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Justamente quando mais precisava você apareceu”! “Esse dinheiro veio do céu”! “Ele(a) morreu porque chegou a hora”! “Estava escrito que a gente ia ficar junto de novo”! “Isso aconteceu porque era da vontade de Deus”!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todas essas frases expressam o encantamento humano com situações surpreendentes, das quais não conseguimos extrair uma explicação lógica ou racional para terem acontecido da forma que aconteceram, no momento em que aconteceram.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Natural. Sempre buscamos significados para aquilo que não entendemos. Teorias não vão faltar para explicar o mundo. Por que a vida tem que ter tanto sentido? Por que as coisas devem se encaixar como em uma equação matemática? Por que tudo deve ter uma razão de ser e de acontecer?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Prefiro pensar a vida como um jogo de futebol. Aos 45 minutos do segundo tempo o centroavante rouba a bola do zagueiro e parte para dentro da área. O goleiro adianta um passo e, num chute certeiro no canto superior direito, o time marca o gol que define a partida e o campeonato. Por que teve que ser assim? Não dá pra explicar! É o futebol! Acontece!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim como no futebol, a vida segue a mesma lógica da contingência: os eventos podem ou não acontecer; são incertos, indeterminados. Não me lanço na mão do destino. Não sou fantoche de deuses melindrosos, que querem tudo do seu jeito e não pedem opinião. Não faço parte da peça teatral em que represento o papel da minha própria vida e, ao morrer, me conformo saindo de cena. Não me sujeito aos prognósticos das bruxas, fadas, ciganas, adivinhos e profetas de fundo de quintal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vida só é vida quando todas as possibilidades estão abertas. Quando o livre arbítrio não é mero simulacro. Quando posso escolher qual rumo tomar e qual frase dizer. Quando vivo ao sabor das escolhas humanas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vida só é vida quando não faz sentido. Quando não entendo o porquê das coincidências, dos encontros e desencontros no meio do percurso, dos acertos e erros inesperados, das derrotas súbitas e das vitórias que não esperamos obter.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vida só é vida quando eu (e somente eu) sou o responsável pelos meus atos. Quando passo a arcar com as consequências, negativas ou positivas, das minhas ações e relações com o mundo e as pessoas. Posso até ser influenciado/inspirado, mas a mão que planta é sempre a mesma que colhe os frutos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não anulo Deus crendo na contingência do mundo, mas vivo Deus na certeza de que ele anda ao meu lado, vivencia comigo uma história inédita e compartilha as minhas alegrias e decepções. Deus é meu companheiro de caminhada, meu amigo na estrada. Com ele vivo na expectativa de que posso marcar o gol mesmo que seja nos acréscimos. E mesmo se o jogo terminar e eu perder, saio de campo com a cabeça erguida. O que vale é competir. O que vale é viver.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-7334136781789090981?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/7334136781789090981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/08/contingencia-do-mundo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/7334136781789090981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/7334136781789090981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/08/contingencia-do-mundo.html' title='A contingência do mundo'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/THzjhv8uthI/AAAAAAAAADw/PV2j8wqvCHc/s72-c/Post%2014.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-6699456834758027693</id><published>2010-08-30T11:50:00.008-03:00</published><updated>2010-10-25T09:59:45.331-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas da vida'/><title type='text'>Cansei</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/THvEMLyxqaI/AAAAAAAAADo/BJpQYxhtgsU/Post%2013.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" ox="true" src="http://lh5.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/THvEMLyxqaI/AAAAAAAAADo/BJpQYxhtgsU/Post%2013.jpg" width="221" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cansei de fazer tudo certo. Estou de “saco cheio” da busca pela perfeição, pela ditadura da beleza. Abri mão do corpo sarado, bíceps e tríceps. Não quero me parecer com ninguém, nem virar padrão a ser copiado. Não espero por uma biografia ao fim da vida nem em foto na capa do jornal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cansei de ser religioso. Desisti de buscar a “santificação” que tolhe a liberdade humana e reprime os impulsos naturais a que todos estamos sujeitos. Abandonei a busca pelo céu acima de tudo. Larguei de lado os escrúpulos que me impediam de me relacionar com quem quer que seja ou de discutir sexo, cultura e religião. Não aspiro mais explicar a Bíblia ou o Gênesis à luz do conhecimento científico para provar que os crentes estão certos. Arquivei os preconceitos religiosos e sociais e abdiquei as tradições e dogmas que ferem a vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cansei das exigências do mercado. Não me constranjo mais por não ter fluência no inglês, por nunca ter saído de São Paulo, por ainda não ter feito pós-graduação e por não saber de TUDO o que está acontecendo no mundo (“afinal, você não é jornalista”?). Minhas preferências musicais no &lt;i&gt;Facebook&lt;/i&gt; não serão apenas dedicadas aos americanos (como se isso fosse sinal de &lt;i&gt;status&lt;/i&gt;) nem aos brasileiros (como se isso fosse uma forma de resistência à americanização). Cansei de valorizar só a cultura brasileira e esquecer o que de bom estão produzindo lá fora, e vice-versa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cansei de “fazer média” para quem não vale a pena. Não quero mais participar daquela reunião ou festa só para agradar a terceiros. Não me importo mais com os julgamentos que fazem a meu respeito por trás das minhas costas. Não dou importância por estar de fora daquele clube, daquele grupo de gente endinheirada e importante, daquela classe social, daquele cargo que todo mundo almeja alcançar um dia na empresa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cansei de repetir os mesmos discursos prontos. Desisti dos roteiros que ensinam como viver corretamente. Não quero mais fórmulas para a vida. Não estou à caça de explicações para o mundo. Não abro a boca para pronunciar que todos os políticos são corruptos, que nenhuma igreja presta ou que o planeta não tem mais jeito. Enjoei de tanto repetir que estamos debaixo dos pés da cultura estadunidense. Fartei-me do comodismo e do “jeitinho” brasileiros. Não creio mais na primeira versão de qualquer história que me contam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cansei das mulheres perfeitas. Prefiro não viver relações superficiais só para dizer que não estou sozinho. Não quero mais amar por uma noite, por um dia. Não anseio sair com ninguém por obrigação ou porque ela tem um “rostinho bonito”. Fico nauseabundo com pessoas que aceitam traições e constrangimentos para manterem a aparência, a maldita imagem. Varri para debaixo do tapete quem vive escravizado pelo que vê no espelho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cansei do ar grave e imponente do mundo adulto. Não ando do lado de quem não diz bobagem em hora imprópria, de quem não faz troça com a própria sorte, de quem sorri forçado ou de quem mantém a seriedade por estar preocupado(a) com a maquiagem ou as rugas que vão aparecer na pele. Me escondo de quem só pensa em quanto tem na conta bancária ou daqueles que não veem a hora de receber o reconhecimento que merecem da vida, por terem praticado a caridade e por serem pessoas de respeito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cansei do artificialismo da vida, das relações, dos sentimentos, dos discursos. Cansei de viver a ideologia, o sistema de coisas criadas, as relações capitalistas que nos desumanizam. Decidi que, a partir de agora, só quero viver ao lado de gente real: gente que chora, erra, acerta, avança, recua, cai, levanta, sorri naturalmente e expõe seu mundo interior sem escudos. Ao meu lado, só quero andar com gente simples, comum. Do resto, já me cansei.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-6699456834758027693?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/6699456834758027693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/08/cansei.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/6699456834758027693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/6699456834758027693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/08/cansei.html' title='Cansei'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/THvEMLyxqaI/AAAAAAAAADo/BJpQYxhtgsU/s72-c/Post%2013.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-1059044628833743086</id><published>2010-08-23T12:48:00.004-03:00</published><updated>2010-09-06T12:55:59.157-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas da vida'/><title type='text'>Breves definições – Parte 1</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/THKXiSysFCI/AAAAAAAAADg/T_BqPBvHCto/Post%2012.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="241" ox="true" src="http://lh4.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/THKXiSysFCI/AAAAAAAAADg/T_BqPBvHCto/Post%2012.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não tenho a intenção de fazer um dicionário sistematizado de reflexões. Apenas gosto do exercício de repensar alguns conceitos, fugindo um pouco do “Aurélio”. Na verdade, fica aqui mais a minha impressão pessoal daquilo que essas palavras significam para mim...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;AMOR: sentimento maior que transcende a própria vida; o sentido da vida; Deus; alvo inalcançado pelas religiões.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;VIDA: um grande labirinto sem portas e repleto de espelhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;MORTE: acontecimento completamente inconcebível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FAMÍLIA: onde tudo começa, recomeça e acaba.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DEUS: uma jovial dona-de-casa, risonha, mal compreendida por conta de seu sotaque nordestino e que adora ver sua casa cheia de gente; o amor; a verdade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;BÍBLIA: um belo livro de histórias e poesias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FÉ: certeza em coisas invisíveis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ESPERANÇA: uma velha cadeira de balanço.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;VERDADE: Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;MENTIRA: ingrediente indispensável da realidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FUTURO: uma espaçonave sem piloto; um garoto que nos prega uma peça e depois observa se vamos rir com ele ou chorar sozinhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DESTINO: o que é isso?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SORRISO: máscara que colore nosso rosto opaco, muito usada também para disfarçar nossa indigência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CHORO: linguagem própria ainda não aprendida por ninguém.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DEMOCRACIA: forma de organização antiga, perdida no tempo, e transformada em ideologia nos dias de hoje.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SOCIALISMO: uma tentativa em busca de algo melhor e que não deu certo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CAPITALISMO: a banda de maior sucesso no mundo, composta por apenas um integrante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SUCESSO: miragem no deserto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FRACASSO: mulher/homem com quem flertamos durante o dia inteiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;COMUNICAÇÃO: a única porta de saída.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-1059044628833743086?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/1059044628833743086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/08/breves-definicoes-parte-1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/1059044628833743086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/1059044628833743086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/08/breves-definicoes-parte-1.html' title='Breves definições – Parte 1'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/THKXiSysFCI/AAAAAAAAADg/T_BqPBvHCto/s72-c/Post%2012.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-2272015184609201750</id><published>2010-08-19T08:03:00.001-03:00</published><updated>2010-08-19T11:46:03.522-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='religião'/><title type='text'>Sinceramente enganados</title><content type='html'>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XqiXPWvtMlQ/TG0OXLgtj_I/AAAAAAAAADY/JoeQ0K3DHMo/s1600/Post+11.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" ox="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_XqiXPWvtMlQ/TG0OXLgtj_I/AAAAAAAAADY/JoeQ0K3DHMo/s320/Post+11.jpg" width="254" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Plínio de Arruda Sampaio é candidato à Presidência pelo PSOL&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aprendi um novo termo nesta semana ao ler o jornalista Eugênio Bucci, em artigo publicado no &lt;a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=602JDB002"&gt;Observatório da Imprensa&lt;/a&gt;, discorrendo sobre o candidato a presidência da República Plínio de Arruda Sampaio (PSOL).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em determinado momento, Bucci disse que a &lt;em&gt;performance&lt;/em&gt; obtida por Arruda (“não o do DEM, mas o do Bem”, como o próprio candidato disse) durante o debate na TV Bandeirantes, e tão fartamente comentada pelos meios de comunicação no dia seguinte, deveu-se ao que o filósofo contemporâneo &lt;a href="http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u391.jhtm"&gt;Jürgen Habermas&lt;/a&gt; definiu como &lt;u&gt;veracidade subjetiva&lt;/u&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com esse conceito, em linhas gerais, o candidato do PSOL falou exatamente aquilo em que acreditava, isto é, seu programa de governo, ideias e propostas estavam baseadas em crenças reais. Diferente dos políticos profissionais presos aos roteiros predefinidos e daqueles compromissados com agendas secretas, o Arruda “do Bem” falou do que crê e, por isso, seus olhos brilhavam quando discursava perante as câmeras e olhos dos seus adversários no pleito de 3 de outubro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Veracidade subjetiva é isto: falar de uma verdade que você acredita piamente, ainda que seja “verdade” apenas para você mesmo. Pode o mundo inteiro afirmar categoricamente o contrário, o cara que acredita que o X é Y vai dizer isso com tanta certeza que ninguém conseguirá convencê-lo de que X é X.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paralelamente, levo essa ideia para a religião. O fundamentalismo religioso tão em voga no mundo nasce justamente da veracidade subjetiva. Se crê tanto em determinados dogmas que a defesa da fé acaba levando muçulmanos, evangélicos e tantos outros religiosos à intolerância e à criação de guetos, reforçando o preconceito e a indiferença com o outro e turbinando o ódio religioso e a guerra em nome da divindade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Daí fica difícil desvincular a religião da alienação, do ódio e da psicopatia: acredita-se tanto em coisas absurdas que a negação ou o simples e saudável questionamento dessas crenças se tornam motivo para guerras e conflitos sociais e familiares. A defesa incontestável da “verdade” (aquela em que eu tenho fé) provoca esses distúrbios. Já a busca por “uma verdade” ou “pela verdade” é outra coisa, bem diferente, porém não tratarei dela aqui hoje.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que Plínio de Arruda Sampaio ensinou é que todos nós devemos acreditar/ter compromisso com aquilo que falamos publicamente. Mesmo que nos tornemos pessoas sinceramente enganadas em nossas crenças e valores, o que vale nessa vida é lutar e defender, sim, aquilo que acreditamos como “verdade”, só que de forma pacífica, justa e, acima de tudo, respeitosa.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-2272015184609201750?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/2272015184609201750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/08/sinceramente-enganados.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/2272015184609201750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/2272015184609201750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/08/sinceramente-enganados.html' title='Sinceramente enganados'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XqiXPWvtMlQ/TG0OXLgtj_I/AAAAAAAAADY/JoeQ0K3DHMo/s72-c/Post+11.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-5638106811143195493</id><published>2010-08-16T12:57:00.006-03:00</published><updated>2012-01-11T12:37:01.083-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poema e poesia'/><title type='text'>O texto que gostaria de ter escrito</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TGle7uoa-GI/AAAAAAAAADQ/e29vGp2jvv0/Post%2010.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" ox="true" src="http://lh6.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TGle7uoa-GI/AAAAAAAAADQ/e29vGp2jvv0/Post%2010.jpg" width="246" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Transcrevo abaixo uma obra poética (não vou dizer “poema” ou “poesia”, pois é muito difícil definir uma ou outra... os conceitos se misturam...) escrita pelo meu amigo, parceiro de trabalho e jornalista &lt;a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100000264028669" target=""&gt;Erí de Araújo&lt;/a&gt;. Com certeza é um daqueles textos que gostaríamos de ter escrito, porque é uma fotografia da contradição que somos internamente...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parabéns, Erí! Que essa inspiração contagie todos nós...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Metade&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Metade de mim é guiado por meu medo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Minha outra metade tem medo de mim&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Que nunca sabe o que metade de mim deseja&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Já minha outra metade tem pena de mim&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Porque metade de mim anda rindo de mim&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Minha outra metade tem medo que eu nunca fuja de mim&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Metade de mim me cospe&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Minha outra metade me beija&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Metade de mim nunca sabe de mim&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Porque minha outra metade não tem certeza de mim&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Metade de mim ainda não se decidiu&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Minha outra metade não sabe o que quer de mim&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Metade de mim sorri por mim&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Já minha outra metade chora por mim&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Metade de mim busca seu próprio mundo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Minha outra metade tem medo de sofrer por mim&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Metade de mim é um palhaço &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Minha outra metade é uma grande ilusão&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Metade de mim sofre com o medo do amanhã&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Minha outra metade sofre com o medo do agora&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Metade de mim viaja e estaciona em mim&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Minha outra metade não sai do quarto&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Metade de mim é triste&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Minha outra metade é canção sem acorde&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Metade de mim tem vontade de dizer a verdade&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Minha outra metade se esconde de mim&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Metade de mim permanece em mim&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Enquanto minha outra metade foge de mim&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Se metade de mim fosse invencível&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Não teria medo da minha outra metade&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Tanto metade de mim como minha outra metade&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Tem medo não só de mim&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Como também de ti&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Que não aceita metade de mim&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Tampouco minha outra metade&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-5638106811143195493?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/5638106811143195493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/08/o-texto-que-gostaria-de-ter-escrito.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/5638106811143195493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/5638106811143195493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/08/o-texto-que-gostaria-de-ter-escrito.html' title='O texto que gostaria de ter escrito'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TGle7uoa-GI/AAAAAAAAADQ/e29vGp2jvv0/s72-c/Post%2010.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-8790929883312401233</id><published>2010-07-20T10:05:00.004-03:00</published><updated>2010-09-06T12:54:40.411-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comunicação'/><title type='text'>O diálogo possível</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TEWd7sgH0xI/AAAAAAAAADI/7NFS7pXw1KY/Post%2009.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="303" ox="true" src="http://lh3.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TEWd7sgH0xI/AAAAAAAAADI/7NFS7pXw1KY/Post%2009.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Como posso dialogar, se alieno a ignorância, isto é, se a vejo sempre no outro, nunca em mim?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://www.escoladavida.eng.br/dialogo.htm"&gt;Paulo Freire&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;-----------------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O&amp;nbsp;educador pernambucano Paulo Freire foi realmente um cara genial. Não apenas por seu método libertador e inovador de ensino, mas principalmente por seu olhar diferenciado sobre a comunicação e o ato de dialogar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Grosso modo, o diálogo é a fala alternada entre duas ou mais pessoas, a troca ou discussão de ideias e opiniões. Uma conversação produtiva certamente rende bons resultados em casa, entre os amigos, no local de trabalho e principalmente em uma relação amorosa. Uns são melhores que outros nessa área. Nada melhor do que a prática para nos tornar especialistas nela.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se tem uma coisa que aprecio é a troca de informações, falar com gente sobre tudo e descobrir sempre mais. Compreensão e curiosidade são o combustível de um bom diálogo. Assunto é o que não falta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só que também gosto muito mais de ouvir e de observar. Aprendi, por exemplo, que não há diálogo possível onde há “escudos”, parafraseando Paulo Freire. Não me entendo com gente que se defende quando fala, sempre mantendo a guarda alta, com medo de se machucar, ferir ou de ser “descoberto” de alguma forma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Geralmente, quem se defende impede a conversa franca, aberta e desinteressada, pois sempre está em busca de informações que o favoreçam ou que lhe sirvam de armas contra seus desafetos. Quem se defende esconde o lado negro que todos possuímos. Não há quem apresente só luz em suas ações, sem vestígio de sombras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os escudos escondem fragilidades humanas, erros não aceitáveis pelo sistema do “seja o melhor”. As armaduras bloqueiam a amizade desinteressada, anti-utilitarista, e impedem a cumplicidade, a confiança.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando abro a boca para pronunciar palavras encadeadas não consigo dissimular, fugir, temer, ludibriar. Como é difícil ser anti-natural!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Prefiro a simplicidade da conversa entre amigos do que a sobriedade de uma mesa redonda em que todos estão apostando para ganhar, sem considerar os meios. Quero antes o falar coloquial, informal, que quebre as regras da gramática sem culpa e use as gírias que “estão na moda”. Quero contar o que penso e sinto a quem realmente merece compartilhar meus segredos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desejo o diálogo repleto de sorrisos e gestos espalhafatosos, que demonstrem a psique de quem fala sem o temor de encontrar dentro de si um monstro. Quero ver no outro a possibilidade de crescer mais. Só o diálogo pode proporcionar experiência tão maravilhosa e recompensadora.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-8790929883312401233?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/8790929883312401233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/07/o-dialogo-possivel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/8790929883312401233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/8790929883312401233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/07/o-dialogo-possivel.html' title='O diálogo possível'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TEWd7sgH0xI/AAAAAAAAADI/7NFS7pXw1KY/s72-c/Post%2009.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-5661572872760813410</id><published>2010-07-12T13:04:00.004-03:00</published><updated>2010-10-25T10:02:58.200-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas da vida'/><title type='text'>O tempo: amigo ou vilão?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TDs7EpbBFfI/AAAAAAAAADA/biy7OX3XJAU/Post%2008.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" ox="true" src="http://lh3.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TDs7EpbBFfI/AAAAAAAAADA/biy7OX3XJAU/Post%2008.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Confesso: o tempo tem me dado muita dor de cabeça nesses últimos anos. A explicação? Ainda não sei bem, mas no fundo tudo me leva a crer que não sou o único que está sofrendo essa experiência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Passado, presente e futuro podem conduzir qualquer um a atitudes extremas e incoerentes. Na verdade, deixo registradas as minhas reflexões pessoais sobre essas três “irmãs” para que, de alguma forma, eu possa me resolver internamente a respeito delas e também (quem sabe?) ajudar quem está me lendo agora.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em relação ao passado, costumamos dizer que “se eu pudesse faria tudo diferente” (ou igual, dependendo do ponto de vista). Pesamos os pontos positivos e negativos, as conquistas e derrotas, e suspiramos pela falta de sorte de não ter nascido em “berço de ouro”, porque, se tivéssemos dinheiro, tudo seria melhor. Com certeza eu estaria formado em uma universidade pública, talvez seria advogado, médico, engenheiro, arquiteto, astronauta... enfim, alguém muito melhor e mais bonito, inteligente e importante do que sou hoje. Não estaria com conta atrasada, devendo para Fulano e Cicrano ou mendigando emprego em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo e exigente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto ao presente, às vezes, quando estamos sozinhos ou perto de alguém em quem confiamos/amamos muito, revelamos algumas fraquezas internas ou de caráter que afetam nossas atitudes no cotidiano. Particularmente, gostaria de ser mais corajoso, arrojado, intrépido, revolucionário. Não sei por que. Minha história seria outra, melhor em todos os sentidos? Olhamos no espelho e perguntamos por que não malhamos, namoramos, escrevemos, trabalhamos, compramos, investigamos, curtimos mais. Nada está bom e tudo poderia ser melhor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já com o futuro (você pode ler &lt;a href="http://trilhaescura.blogspot.com/2010/07/fagulhas-respeito-do-futuro.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; o que falei sobre ele anteriormente neste blog) a gente apenas sonha, idealiza, projeta, espera. Geralmente, todos gostariam que fosse bem melhor do que o presente e o passado. Afinal de contas, trabalhamos e estudamos tanto para quê? Para ter vida boa, ou seja, financeira, amorosa, espiritual e familiarmente estável. Sinto calafrios ao pensar nisso, pois como chegarei lá em um dos países com maior índice de desigualdade social do mundo, ganhando salário abaixo do piso, sendo frustrado cotidianamente pelo sistema capitalista neoliberal e pressionado para baixo pela elite econômica, que não quer perder terreno para aqueles que estão chegando?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pode me chamar de pessimista. Ou de louco. Porém, mesmo diante desse cenário, levo comigo alguns fragmentos de respostas:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; o passado serve como aprendizado, nunca pode ser alterado ou apagado e é com ele que construímos um presente e futuro mais promissores. Jamais nasceremos de novo ou teremos condições de imaginar (com 100% de certeza) como seria boa uma vida diferente, porque simplesmente a vida é complexa demais, cheia de surpresas e reviravoltas que abalam o mundo cor-de-rosa de qualquer endinheirado desse ou de outro país;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; o presente é a construção de sua história por você mesmo. Nenhum outro ser vivo tem a consciência de sua passagem pela vida como os humanos. Somos especiais e únicos, mas nem por isso perfeitos ou bons em tudo. Sempre vai faltar uma qualidade/característica que poderia tornar as coisas um pouco melhores, já que somos incompletos por natureza e precisamos evoluir a cada dia, respeitando sempre nossos limites e lembrando que vale mais ser você – cheio de incompletudes – do que uma cópia malfeita de outra pessoa. E para dificultar também, nosso modo de vida consumista torna o presente algo que se esvai com muita rapidez. Perdemos a sensação do “agora” porque estamos sempre ocupados, sem tempo para refletir, mudar a rota, reconceituar nossas crenças e ressignificar a vida;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; o futuro é o mais incerto dos três. Não dá para prevê-lo em bola de cristal, mas apenas imaginá-lo e construí-lo (jamais esperá-lo) no presente, com base no passado. Aceite sempre as dicas e conselhos de quem viveu mais, lembrando que aquilo que serviu para outra pessoa nem sempre pode dar certo para você. Rejeite as fórmulas de sucesso. O futuro não é uma ciência exata justamente porque não está confinado. Ele é contingente e sempre traz lágrimas e sorrisos misturados, o que o torna tão intrigante. Fazer o máximo para que ele seja agradável a você e a quem o rodeia é algo bastante difícil, mas creio na utopia de um futuro que traga mais valores bons para a sociedade e que surpreenda positivamente quem eu amo e quem se esforça pelo bem do outro. Futuro e amor estão intimamente relacionados e desconfio que sem esse sentimento seja impossível viver com significado ou trazer luz ao mundo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-5661572872760813410?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/5661572872760813410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/07/o-tempo-amigo-ou-vilao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/5661572872760813410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/5661572872760813410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/07/o-tempo-amigo-ou-vilao.html' title='O tempo: amigo ou vilão?'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TDs7EpbBFfI/AAAAAAAAADA/biy7OX3XJAU/s72-c/Post%2008.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-4436026823984322611</id><published>2010-07-08T12:45:00.004-03:00</published><updated>2010-10-25T10:01:56.518-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='religião'/><title type='text'>A morte de Deus</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TDXxvlKtFNI/AAAAAAAAACY/5OVIwfbBgcg/Post%2007.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" ox="true" src="http://lh5.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TDXxvlKtFNI/AAAAAAAAACY/5OVIwfbBgcg/Post%2007.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todos nós temos aquelas pessoas que nos inspiram. Verdadeiros ícones que olhamos e almejamos ser, nem que seja um pouquinho, semelhantes um dia. Para mim, um desses caras é o teólogo e escritor &lt;a href="http://www.ibab.com.br/"&gt;Ed René Kivitz&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim como Nietzsche, no século 19, Kivitz proclamou a morte de Deus, porém, também anunciou o nascimento de outro. Transcrevo abaixo trecho do livro &lt;i&gt;Outra espiritualidade: fé, graça e resistência&lt;/i&gt;, e faço minhas as palavras dele:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;[...] um deus morreu em mim, e nasceu outro, que me seduziu com amor eterno. Por ele me apaixonei.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;O deus que morreu foi exaltado na subcultura da religiosidade evangélica brasileira. Era basicamente um deus que: 1) vivia de plantão para me poupar de qualquer tragédia, evitar meus sofrimentos e abreviar as situações que me trariam qualquer desconforto; 2) prometia satisfazer não apenas minhas necessidades, mas também meus desejos; 3) estava comprometido com favorecer-me em todas minhas demandas contra os pagãos; 4) compensava minhas irresponsabilidades e ignorâncias em troca de minha fé; 5) manipulava todas as circunstâncias de minha vida como um trapaceiro que corta fios e dá nós no emaranhado do avesso do tapete para revelar a bela paisagem no fim do processo, capaz de encantar todos aqueles que olham pelo lado certo. Enfim, morreu em mim aquele deus parecido com a figura idealizada de um superpai, que levou homens como Freud, Nietzsche e Sartre a desdenhar da religião.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Esse deus morreu em mim porque se demonstrou falso. Isto é, não existia de fato ou estava descrito de maneira equivocada, pois não precisamos ser muito sagazes para perceber que o justo sofre e convive com frustrações, que os maus prosperam, que Deus não faz o que compete aos seres humanos e que não se pode conceber que Deus tenha decidido na eternidade que a missionária Fulana de Tal seria estuprada numa esquina de São Paulo para cumprir um propósito, pois, neste caso, o estuprador estaria isento de responsabilidade.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Não é razoável a crença em um deus que coloca os seus fiéis numa bolha protetora contra toda sorte de dificuldades e possibilidades de dores. [...]&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Tampouco faz sentido o relacionamento com Deus motivado pelo interesse em suas bênçãos e galardões, pois isso faz que Deus deixe de ser um fim em si mesmo e se torne um meio de prosperidade, isto é, passa a ser um ídolo a serviço dos fiéis. Igualmente incoerente é acreditar que a fé é suficiente para o êxito, pois ninguém passa no vestibular “pela fé”. Finalmente, não é sensato acreditar que Deus é a causa de tudo quanto acontece no mundo, pois, se assim fosse, Deus estaria por trás de todo ato de maldade, levando o malvado a agir, de modo que ninguém seria culpado por seus atos. [...]&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Em síntese, morreu o deus que fazia de mim uma criança mimada que chorava a cada desencontro da vida. Recebi de Deus o convite para crescer a fim de que ele possa me receber como seu cooperador, seu amigo, uma pessoa para quem não tem segredos e que encontra a felicidade não na vida confortável, mas na vida digna. Com a morte de um deus, morreu também uma espiritualidade. E nasceu outra, marcada pela graça, pela fé e pela resistência.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-4436026823984322611?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/4436026823984322611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/07/morte-de-deus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/4436026823984322611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/4436026823984322611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/07/morte-de-deus.html' title='A morte de Deus'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TDXxvlKtFNI/AAAAAAAAACY/5OVIwfbBgcg/s72-c/Post%2007.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-6303563951156248576</id><published>2010-07-06T11:33:00.012-03:00</published><updated>2010-09-06T13:05:01.784-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comunicação'/><title type='text'>"Quem não se comunica se trumbica"¹</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TDM8sAWwvBI/AAAAAAAAACQ/Uzd8jOHemx0/Post%2006.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" ox="true" src="http://lh4.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TDM8sAWwvBI/AAAAAAAAACQ/Uzd8jOHemx0/Post%2006.jpg" width="307" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;Tarefa mais do que difícil para qualquer um, a comunicação é antes de tudo uma arte. Acredito até que um simples diálogo com os pais, amigos ou desconhecidos requer um “cursinho” básico sobre esse artifício.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Transmitir informações para quem quer que seja (um intelectual com pós-doutorado ou um trabalhador com ensino primário incompleto) é realmente um desafio para jornalistas, professores, políticos e demais profissionais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Falar e ser entendido requer prática. A última coisa que um bom comunicador deseja é gerar informação com duplo sentido, ser interpretado erroneamente, divulgar mentiras e confundir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vejo a comunicação interpessoal como saída para o desenvolvimento social e político, a resolução de conflitos imediatos e o crescimento espiritual. Enfim, com ela se pode resolver quase tudo ou destruir o que estiver na frente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Falo isso porque participei nesta última semana &lt;a href="http://www.maua.sp.gov.br/pNoticia.aspx?NoticiaID=655"&gt;deste evento&lt;/a&gt;, pensando que veria um debate claro a respeito do meio ambiente e da sustentabilidade, motes deste século. Em vez disso, o seminário me ajudou a refletir sobre comunicação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os palestrantes possuíam oratória excelente, capacidade argumentativa extraordinária, conhecimento do assunto e um currículo invejável. Porém, faltaram elementos comunicacionais imprescindíveis para a compreensão e participação do púbico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desinteresse e abandono do local foram os resultados, previsíveis, obtidos. Não adianta falar e não ser entendido, e também não adianta ser entendido e restringir/oprimir/omitir, direta ou indiretamente, a participação dos receptores da mensagem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sem querer encerrar o assunto (meu blog não tem essa pretensão em nenhum post) ou criar um(a) passo-a-passo/cartilha sobre comunicação eficiente, descrevo abaixo os ingredientes que me ajudam a dialogar nessa sociedade da informação:&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;objetividade/clareza/simplicidade/fuga da prolixidade;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;poder de sintetizar ideias complexas e foco no assunto;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;empatia (identificação com o receptor);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;disposição à reflexão e a ouvir o receptor/o outro lado;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;atenção à fala do receptor;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;permitir a participação/feedback do receptor;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;abertura a críticas (construtivas ou não);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;capacidade de construir conclusões práticas e possíveis, sozinho ou em conjunto (se necessário).&lt;/li&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Esqueci algo mais?&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_____________________________&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;¹ &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Bordão do saudoso Abelardo Barbosa, mais conhecido como “Chacrinha”, apresentador de programas de auditório nas décadas de 1950 a 1980.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-6303563951156248576?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/6303563951156248576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/07/quem-nao-se-comunica-se-trumbica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/6303563951156248576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/6303563951156248576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/07/quem-nao-se-comunica-se-trumbica.html' title='&quot;Quem não se comunica se trumbica&quot;¹'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TDM8sAWwvBI/AAAAAAAAACQ/Uzd8jOHemx0/s72-c/Post%2006.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-8696596317736541236</id><published>2010-07-05T11:55:00.003-03:00</published><updated>2010-09-06T13:06:51.301-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas da vida'/><title type='text'>Sobre ganhar e perder</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TDHylazt6uI/AAAAAAAAACI/0vi0I0GHlhA/Post%2005.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" ox="true" src="http://lh4.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TDHylazt6uI/AAAAAAAAACI/0vi0I0GHlhA/Post%2005.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;GANHAR:&lt;/strong&gt; imperativo da sociedade capitalista em seu atual estágio. Palavra número um no vocabulário da elite burguesa, endinheirada e informada da população. Prerrogativa dos fortes, bons e inteligentes. Dádiva de Deus entregue aos escolhidos por ele. Necessidade buscada com todas as forças, à custa da saúde, família, princípios ou da vida alheia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;PERDER:&lt;/strong&gt; conclusão a que chegam todos que estão desvinculados do poder econômico, político e religioso. Resultado esperado por aqueles que seguem princípios morais e valorizam o outro em detrimento de seus objetivos egoístas. Alvo que ninguém quer ter, pois é sinônimo de derrota, falha, decisões erradas, morte. Verbo negado pelas religiões e destinado aos opressores dos “homens bons”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;_______________________________________&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estão aí algumas definições modernas para os dois termos que reinam no subconsciente humano desde os primórdios. Ninguém quer ou pensa perder, mas somente ganhar. Natural. Eu também quero!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como consequência mais natural ainda, não sabemos conviver ou aceitar a frustração, a derrota, a perda. Temos nossas velhas saídas: “se isso aconteceu deve existir um motivo”; “Deus quer lhe ensinar alguma coisa”; “Deus sabe de todas as coisas/sabe o que está fazendo”; “é o destino”; “é culpa do(a) fulano(a)” etc.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma sociedade que visa à acumulação de capital requer homens e mulheres que vençam sempre. É um requisito exigido e colocado em nossas cabeças como um prego cravado em parede de madeira. Ser o melhor em mais categorias possíveis valoriza em qualquer ambiente. Perder estigmatiza, inferioriza socialmente e é considerado resultado negativo, o equivalente a prejuízo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não quero fazer apologia da derrota, mas reconheço que sem ela não saberia viver. Acho que já estaria morto ou sozinho. É preciso aprender a perder ou, pelo menos, a ficar “atrás do marcador” temporariamente. Se hoje o placar apresenta 2 X 1 para o seu adversário, não se preocupe. Ainda que você perca a partida, o importante é manter a cabeça no lugar e não tomar goleada. O que seria bem pior.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Perder faz bem. Amadurece. Torna o mundo mais real. Desperta para a necessidade de melhorar, ajudar, contribuir, reorientar. Nos coloca em outro patamar pessoal e profissional. Ensina a ganhar com honra e a valorizar os frutos das vitórias futuras. Mostra um caminho alternativo e traz significado para uma vida vazia, calculista, egoísta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Perder é a prova de que ainda somos gente, passíveis de tropeçar a qualquer momento, de tomar um gol aos 45 minutos do segundo tempo, de chorar quando o coração aperta e de cair de joelhos quando já não se pode ficar em pé. Faz parte da vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Perder é o encontro consigo mesmo. É a porta que leva para o quadro que todos um dia chegarão a ver, nem que seja de relance. É a consequência de decisões e a negação do homem/mulher perfeito(a). A prova de que não vivemos em uma bolha protetora sobrenatural e de que Deus não interfere em nossas decisões, nem está diretamente relacionado com as desgraças deste mundo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quero sempre ganhar onde puder. Mas estou pronto para perder, cair e recomeçar tudo mais uma vez, como se fosse a primeira batalha, o primeiro dia. Sem recuar. Jamais.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-8696596317736541236?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/8696596317736541236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/07/sobre-ganhar-e-perder.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/8696596317736541236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/8696596317736541236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/07/sobre-ganhar-e-perder.html' title='Sobre ganhar e perder'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TDHylazt6uI/AAAAAAAAACI/0vi0I0GHlhA/s72-c/Post%2005.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-2735358133559672612</id><published>2010-07-01T12:55:00.004-03:00</published><updated>2010-10-25T10:00:50.265-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livre-arbítrio'/><title type='text'>Fagulhas a respeito do futuro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TCy4dkenn4I/AAAAAAAAABU/PDwADnWlC5E/Post%2004.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" ox="true" src="http://lh6.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TCy4dkenn4I/AAAAAAAAABU/PDwADnWlC5E/Post%2004.jpg" width="276" /&gt;&lt;/a&gt;Tenho um sério problema com prognósticos. Não consigo acreditar no que as pessoas chamam de “destino”, “caminho traçado”, “determinismo”, “predestinação”. Aliás, esses são velhos pilares teológicos, muito mais antigos que as nossas avós juntas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não tenho coragem de olhar para o horóscopo do dia ou de ouvir o(a) médium sábio(a) predizer meu futuro. Me irrito com caminhos fechados, sem possibilidades de alteração. Sou alérgico aos profetas que abrem a boca a respeito do futuro sem conhecerem o livre-arbítrio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Claro que, como gente que sou, estou sempre inclinado a querer saber como será o tal do “amanhã”. Se você se esforça por descobri-lo usando uma ou todas as práticas mencionadas antes, lhe desejo boa sorte! Respeito sua crença.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só que acho a vida muito desinteressante se tudo já estiver determinado por alguém (Deus, gênios, orixás, espíritos) ou por algo (as estrelas/planetas, o carma, a roda das encarnações). De que adianta lutar tanto para se formar em uma boa faculdade, conseguir uma posição no mercado de trabalho ou simplesmente insistir na paquera com aquela “gata” se no final já está “escrito” em algum lugar – não me pergunte onde – que não vai dar certo ou que tudo vai ser diferente?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A princípio, parece mais seguro e cômodo pensar a vida como um evento fechado, em que tudo está soberanamente nas mãos desse destino inexorável. Mas ao mesmo tempo, essa ideia parece que compõe a ideologia burguesa e traz em si a alienação e o sufocamento, porque prende a ação livre, a rebelião, o questionamento, a tomada de posição e o “virar a mesa”, ato que, particularmente, gosto muito, mesmo não sendo partidário do socialismo ou do anarquismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Prefiro o perigo de me aventurar nessa trilha louca e incerta que é a vida, com todos os desdobramentos que ela puder me dar. Quero que existam movimentos a favor da mudança, da alteração do &lt;i&gt;status quo&lt;/i&gt;, ainda que essas ambições não atinjam a elite dominante desse país e no fim não resultem em nada. Quero ter todos os dias o prazer de tomar as rédeas do futuro e guiá-lo para onde bem entender.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dirão os mais inseguros: “existe um precipício à frente”! Como réplica, já vou logo avisando: não digam para que eu mude a rota! Não quero tomar cuidado com os espinhos da estrada, com os buracos no caminho, com o lodo dos charcos ou com os insetos venenosos, sedentos por sangue.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por que não construir uma rota alternativa, diferente daquela por onde todo mundo vai? Se precisar, abro caminho à unha.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo bem, um conselho de quem já passou por ali é sempre bem-vindo. Mas, se quero arriscar uma nova via, por que tenho que depender do destino? Por que esperar o alinhamento solar do próximo solstício? Por que aguardar chegar a “pessoa certa” para tomar aquela decisão importante? Não tenho medo de errar. Tenho medo é de não tentar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-2735358133559672612?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/2735358133559672612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/07/fagulhas-respeito-do-futuro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/2735358133559672612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/2735358133559672612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/07/fagulhas-respeito-do-futuro.html' title='Fagulhas a respeito do futuro'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TCy4dkenn4I/AAAAAAAAABU/PDwADnWlC5E/s72-c/Post%2004.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-252156386448893366</id><published>2010-06-30T13:46:00.002-03:00</published><updated>2010-09-06T13:09:45.295-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>Em busca de uma terceira via</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TCt0WUGgeMI/AAAAAAAAABM/AFSvqnoXgvE/s1600/Post%2003.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="305" ox="true" src="http://lh5.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TCt0WUGgeMI/AAAAAAAAABM/AFSvqnoXgvE/s320/Post%2003.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caso você seja um amante da política como eu, certamente já teve que responder à pergunta: “você é de direita, esquerda ou centro”? Ou então: “você é de centro-direita ou centro-esquerda”?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além de ser uma questão velha e cujas origens francesas não pretendo resgatar aqui, essa pergunta não carrega em si valores tão opostos como aparenta. Ser de direita ou ser de esquerda no âmbito político brasileiro não significa mais ser capitalista neoliberal ou ser socialista/anarquista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dá para diferenciar os objetivos dos dois maiores rivais da disputa presidencial deste ano – o PT e o PSDB? Todo o espectro político quer melhorias para a saúde, educação, habitação, meio ambiente, trabalho, economia, trânsito, agricultura, comércio exterior, relações internacionais, câmbio, moeda, inflação, PIB, superávit primário e também para sua eventual gripe, caso você esteja doente. Enfim, todos querem o bem dos brasileiros e que a Constituição seja cumprida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como chegar a tudo isso? É aí que está a raiz do problema: pode ser por meio de acordos escusos com aliados políticos, com tráfico de influência, desvio de verba pública ou, se preferir, dá também para optar pela via burocrática e pelas intermináveis votações nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado. Dá até para assinar uma Medida Provisória, se for o caso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, direita e esquerda tem o mesmo &lt;em&gt;modus operandi&lt;/em&gt;, mesmas propostas, políticos igualmente processados judicialmente e vias iguais para a conquista de seus objetivos e dos “objetivos da nação”, com raras exceções de parlamentares que usam seus cargos públicos com fins mais socialmente eficazes e de forma honesta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não aposto minhas fichas no modelo atual, que abre brechas para corrupção generalizada, fisiologismo político e especulação financeira, como já foi provado historicamente desde o surgimento do neoliberalismo, com Margaret Thatcher (Reino Unido) e Ronald Reagan (EUA). Também não anseio por um socialismo cubano/norte-coreano que se mostra inviável em um mundo que deseja o lucro acima de tudo. Quero antes um meio-termo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acredito que política e economicamente o país e o mundo se tornarão melhores:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. valorizando a vida e a individualidade dos sujeitos sociais, enquanto protagonistas de suas histórias;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. incentivando e investindo em ações de cunho social não-assistencialista, que retirem as pessoas da condição passiva e as coloquem como ativas no processo econômico;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. proporcionando condições para a criação de veículos de comunicação regionais e comunitários desvinculados das organizações midiáticas tradicionais, reduzindo assim o poder negativo do discurso único da imprensa;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4. abrindo espaço para que as decisões importantes sejam tomadas pelo conjunto da população, por meio de mecanismos tecnológicos de inclusão social não-burocráticos, evitando assim a proliferação de políticos profissionais e legendas de aluguel;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5. capacitando educadores e aplicando recursos na readequação do sistema de ensino fundamental, médio e superior;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6. reavaliando e fiscalizando o funcionamento econômico nacional e internacional, evitando a especulação e a privatização em massa de empresas estatais;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;7. fomentando ações a favor da conservação dos ecossistemas, dos recursos naturais e do uso sustentável dos mesmos, bem como implantando projetos que obriguem a drástica e imediata redução da queima de combustíveis fósseis por parte do setor industrial.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estão aí apenas alguns rabiscos malformados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A resposta para a pergunta do primeiro parágrafo é que não sou nem socialista nem capitalista. Também não quero o melhor dos dois mundos. Só aspiro um sistema mais parecido com aquilo que entendo por família.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-252156386448893366?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/252156386448893366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/06/em-busca-de-uma-terceira-via.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/252156386448893366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/252156386448893366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/06/em-busca-de-uma-terceira-via.html' title='Em busca de uma terceira via'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TCt0WUGgeMI/AAAAAAAAABM/AFSvqnoXgvE/s72-c/Post%2003.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-1749360731708764366</id><published>2010-06-29T10:17:00.002-03:00</published><updated>2010-09-06T13:10:58.631-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poder da mídia'/><title type='text'>Menos virtual e mais real</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TCn_Ehe6siI/AAAAAAAAAAU/xe-6jIuFeB0/Post%202.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="182" ox="true" src="http://lh6.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TCn_Ehe6siI/AAAAAAAAAAU/xe-6jIuFeB0/Post%202.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Faça um teste: pegue qualquer dicionário da língua portuguesa e localize a expressão “imagem”. Você vai encontrar diversos significados, vários deles iniciando ou remetendo à palavra “representação”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que isso quer dizer? Para mim, significa que imagem é tão somente uma representação do real, uma sombra/reflexo dele ou, numa linguagem mais pop, uma &lt;em&gt;matrix&lt;/em&gt; da realidade concreta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Digo isso por dois motivos: primeiro, porque jovens e adultos possuem visões diferentes sobre a importância da imagem na vida social e, segundo, porque estamos em ano eleitoral e, como bom blogueiro, também quero refletir sobre a campanha política nos meios de comunicação e o valor da imagem de um(a) candidato(a) neles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na semana passada, tive um forte contato com a realidade que me impulsionou a escrever este post. Jovens em idade escolar pouco ou nada se preocupam com essa representação do real que chamamos de imagem, tão discutida e valorizada nos cursos de marketing pessoal. Eles não ligam muito para o que você vai pensar ou dizer sobre o que eles fazem ou como se comportam no espaço público.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os candidatos que disputam nossa preferência eleitoral seguem na contramão: se preocupam, cuidam e pensam estrategicamente sua imagem, com auxílio da mídia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que assistimos pela TV e lemos na internet é uma representação dos candidatos, e não eles mesmos em sua forma “pura”, sem “maquiagem social” ou “retoques marqueteiros”, por assim dizer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não dá para escapar: a base do jornalismo é a representação (me baseio em tese defendida por &lt;a href="http://caiotulio.com/blog/"&gt;Caio Túlio Costa&lt;/a&gt; no excelente livro &lt;em&gt;Ética, jornalismo e nova mídia – Uma moral provisória&lt;/em&gt;). A mídia se faz com representações do real. Nenhum de nós pode garantir que conhece o(a) candidato(a) através dos veículos de comunicação. Podemos conhecê-lo(a) se nos relacionarmos social e pessoalmente com ele(a). Do contrário, não passa de imagem, criada com o fim de atrair votos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não desqualifico o uso da imprensa no debate político. Apenas lanço uma reflexão sobre a participação da mídia na criação e no reforço das representações dos políticos “reais”. A imprensa é extremamente vital para a democracia e para a discussão de políticas públicas, mas inviável quando o assunto é “a verdade como ela é”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por isso você já deve ter ouvido aquele conselho: “conheça seu candidato antes de votar”. Para conhecê-lo, investigue sua vida pregressa, suas ações no cenário político atual e suas propostas se eleito. Não conte somente com a imprensa para isso. Vai ser um trabalho cansativo, mas pelo menos você chegará mais perto da pessoa verdadeira em quem estará votando, e não numa representação dela veiculada em cadeia nacional.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É preciso encontrar um equilíbrio aqui (e em quase todos os assuntos nunca é bom optar por apenas um dos lados da balança). Não dá para desprezar o valor da imagem na sociedade atual, que a valoriza além da conta, nem dá para viver em função daquilo que pensam/dizem sobre nós. Cuide da sua representação aos olhos dos outros e se esforce para ser alguém “real”, com valores e atitudes que marquem sua personalidade em todos os espaços sociais. Só assim dá para ter confiança em si e acreditar que os outros podem ser muito mais do que aquilo que aparentam.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-1749360731708764366?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/1749360731708764366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/06/menos-virtual-e-mais-real.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/1749360731708764366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/1749360731708764366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/06/menos-virtual-e-mais-real.html' title='Menos virtual e mais real'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TCn_Ehe6siI/AAAAAAAAAAU/xe-6jIuFeB0/s72-c/Post%202.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-1498070583900950516</id><published>2010-06-16T11:38:00.002-03:00</published><updated>2010-09-06T13:12:19.133-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='liberdade de expressão'/><title type='text'>É proibido proibir</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TBuXYtZ2dtI/AAAAAAAAAAM/6PxQXF7thec/Post%201.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="296" ox="true" src="http://lh4.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TBuXYtZ2dtI/AAAAAAAAAAM/6PxQXF7thec/Post%201.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quero dedicar este primeiro post à liberdade de expressão. Esse direito sempre lembrado pelos jornalistas e assegurado por nossa Constituição. Bom, é interessante que ele seja lembrado e assegurado, mas como todo brasileiro sabe, a realidade difere um pouco da teoria.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nossa liberdade é tolhida em vários níveis diariamente. As proibições estão por aí, em todo lugar, e muitas vezes de modo sutil. Sem as percebermos, de alguma forma obedecemos ao sinal vermelho e impedimos nossa liberdade de ser exercida em sua plenitude.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não dizemos o que queremos, mas apenas o que é conveniente ser dito. Não pensamos o que queremos, porém somente o que a ideologia nos diz para pensarmos. E não fazemos o que deve ser feito, porque simplesmente não conseguimos nos desprender das amarras da tradição/costume/modo de vida. Numa alienação generalizada, passamos por essa trilha escura repetindo sermões dos antepassados, reescrevendo velhos clichês e pensando de acordo com o &lt;em&gt;establishment&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Chega de preconceitos que barram ações sociais aos desfavorecidos do capitalismo burguês. Basta de amordaças que vedam a voz dos que clamam por justiça e mudança, seja na política ou dentro da própria casa. Sou avesso a censuras que impedem as cabeças pensarem e os corpos falarem. Estou realmente cansado do politicamente correto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quero liberdade tanto para o jornalista que denuncia um esquema de corrupção nas instâncias do poder quanto para a mãe de família que não aceita ser agredida pelo marido embriagado. Quero liberdade para que os negros, homossexuais e ateus tenham entrada franca no espaço público e exponham seu mundo interior sem represálias. Também quero a mesma liberdade para que a jovem estuprada possa abortar sem culpa e o homem infeliz se divorcie de um casamento que já não existe mais para reconstruir a vida. Quero que o direito do evangélico seja respeitado, assim como o do seguidor das religiões afro-brasileiras. Quero escolher meu caminho sem estar preso a um destino inescrutável. Quero que todos escrevam histórias cheias de altos e baixos, sem garantia alguma de que “tudo vai dar certo no final”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não consigo me imaginar vivendo em algum país sob ditadura, como Irã, Líbia ou Coreia do Norte. Como seria o Brasil de 1968 a 1989? Quero que a utopia da liberdade esteja presente no inconsciente coletivo, ainda que seja simplesmente uma remota possibilidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-1498070583900950516?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/1498070583900950516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/06/e-proibido-proibir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/1498070583900950516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/1498070583900950516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/06/e-proibido-proibir.html' title='É proibido proibir'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_XqiXPWvtMlQ/TBuXYtZ2dtI/AAAAAAAAAAM/6PxQXF7thec/s72-c/Post%201.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-640054618887456214.post-2748902088872014036</id><published>2010-06-16T11:35:00.000-03:00</published><updated>2010-06-29T10:02:14.732-03:00</updated><title type='text'>Pra começar...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pensei muito antes de começar a blogar. Já imaginei escrever sobre diversos assuntos. Até que resolvi jogar limpo comigo mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz esse blog para “exorcizar meus demônios”. Vou botar pra fora e dizer aquilo que penso sobre quase tudo: política, religião, comportamento, ética/moral, novas mídias. Desejo reflexão! Quero pensar a vida e seus processos ao mesmo tempo tão contraditórios e fascinantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não venha até aqui buscar respostas definitivas. Vou lançar mais debate do que solução. Minha reflexão se forma aos pedaços, é mutante, às vezes paradoxal e quase sempre fragmentada. Estou em processo de construção a cada dia. Não tomo o caminho mais fácil e curto e detesto dogmas indiscutíveis e verdades prontas para digestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, é isso. Se quiser, pode se juntar a mim nessa descoberta a fim de jogar um pouco de luz no caminho da vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/640054618887456214-2748902088872014036?l=trilhaescura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://trilhaescura.blogspot.com/feeds/2748902088872014036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/06/pra-comecar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/2748902088872014036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/640054618887456214/posts/default/2748902088872014036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://trilhaescura.blogspot.com/2010/06/pra-comecar.html' title='Pra começar...'/><author><name>Rafael Brito</name><uri>https://profiles.google.com/111379713626356976419</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-9pZhZMAWffg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAO4/0SMEqTLWeFo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
